20 de janeiro de 2019

{Resenha} Todo dia a mesma noite

Hoje a resenha é sobre o livro "Todo dia a mesma noite" de Daniela Arbex.

Comecei a ler esse livro e o devorei em menos de uma semana e quem me conhece sabe que, até livros menores eu demoro horrores, mas com esse, me envolvi tanto na história que só queria finalizar.

Quando ocorreu o incêndio na Boate Kiss, eu estava voltando do casamento de uma amiga do Rio Grande do Norte, confesso que não me atentei a notícia ainda no avião, mas ao chegar em casa, pude perceber que havia sido de fato uma tragédia e o número de mortos está aí para comprovar isso.
"Quando finalmente amanheceu em Santa Maria, um dos celulares contabilizava quase 150 ligações não atendidas. "
O incêndio ocorreu em janeiro de dois mil e treze. A Boate Kiss era o point dos jovens da cidade universitária Santa Maria, no Rio Grande do Sul. O acidente ocorreu por volta das 3 da manhã de 27 de janeiro, quando o vocalista da banda Gurizada Fandangueira acendeu um sinalizador de uso externo. Por ter o teto mais baixo por questão de acústica e o vocalista ser alto, a chama do sinalizador chegou até o teto que estava revestido por uma espuma, e a partir daí o desespero das pessoas começou.

A casa estava lotada, muito acima do que era permitido. Não tinha sinalização de saída de emergência e por conta da espuma no teto (colocado por uma reforma uns meses antes e não informada para a prefeitura) o fogo se alastrou muito rápido.
"... mais de 9 mil anos potenciais de vida perdidos, considerando-se a expectativa de vida do brasileiro em torno de 75 anos. Não havia como ficar imune ao sofrimento provocado pela tragédia"
Os médicos do SAMU de plantão chegaram rápido, mas como eram muitos jovens, eles começaram a pedir ajuda para os hospitais próximos e para os jovens que já tinham saído da casa.
O desespero tomou conta de todas aquelas pessoas, depois de poucos minutos a casa ficou totalmente escura e quem conseguiu sair foi levado pela multidão.

O livro aborda o ponto de vista dos médicos, dos profissionais que trabalharam para tirar os corpos do local e dos familiares de algumas vítimas. São relatos que nos remetem ao momento do recebimento da notícia, ou a dor de não saber o que de fato ocorreu.
"Apesar de atuar, naquele momento, em uma bem-sucedida experiência de assistência em rede, a maior parte dos médicos, enfermeiros e psicólogos que prestaram atendimento ás vítimas está em tratamento psiquiátrico."
Eu confesso que fiquei bem abalada com a leitura. A Daniela traz de uma forma sensível e ao mesmo tempo investigativa os dados dos fatos e o que aconteceu até hoje. Em fevereiro daquele mesmo ano, o Ministério da Saúde criou um programa de auxílio as vítimas que receberam alta hospitalar com apoio clínico e psicossocial. O programa seria desenvolvido pelo Hospital Universitário de Santa Maria e hoje ele atende além de sobreviventes, familiares e profissionais que atuaram no momento do incêndio e durante o tratamento.

A narrativa é de uma sensibilidade ímpar. A Daniela consegue nos deixar tensos e ao mesmo tempo muito reflexiva. Após mais de 5 anos ninguém foi preso. O caso ainda corre na justiça e a única coisa que os familiares querem é que seja solucionado. 
O que fica para gente é a certeza de que no Brasil as coisas acontecem a passos de tartaruga quando não interessa muito. Foram ao todo 242 mortos e mais de 600 feridos, em uma noite que uma cidade inteira chorou. E um país inteiro se comoveu. Contudo, o tempo passa, as pessoas voltam para as suas rotinas. Santa Maria não é mais a mesma, teve que amadurecer tantas perdas e muitos ainda choram os que se foram. E até quando teremos que esperar a justiça desse país funcionar?

Eu indico a leitura, um livro difícil pelo tema (triste) mas ao mesmo tempo brilhante pela forma como é apresentado. Vem embarcar comigo nessa. 


Título: Todo dia a mesma noite
Autor: Daniela Arbex
Editora: Intrínseca
Páginas: 248
Sinopse: Reportagem definitiva sobre a tragédia que abateu a cidade de Santa Maria em 2013 relembra e homenageia os 242 mortos no incêndio da Boate Kiss.
Daniela Arbex reafirma seu lugar como uma das jornalistas mais relevantes do país, veterana em reportagens de fôlego - premiada por duas vezes com o prêmio Jabuti - ao reconstituir de maneira sensível e inédita os eventos da madrugada de 27 de janeiro de 2013, quando a cidade de Santa Maria perdeu de uma só vez 242 vidas.
Foram necessárias centenas de horas dos depoimentos de sobreviventes, familiares das vítimas, equipes de resgate e profissionais da área da saúde - ouvidos pela primeira vez neste livro -, para sentir e entender a verdadeira dimensão de uma tragédia sobre a qual já se pensava saber quase tudo. A autora construiu um memorial contra o esquecimento dessa noite tenebrosa, que nos transporta até o momento em que as pessoas se amontoaram nos banheiros da Kiss em busca de ar, ao ginásio onde pais foram buscar seus filhos mortos, aos hospitais onde se tentava desesperadamente salvar as vidas que se esvaíam. Foi também em busca dos que continuam vivos, dos dias seguintes, das consequências de descuidos banalizados por empresários, políticos e cidadãos.
A leitura de "Todo dia a mesma noite" é uma dolorosa e necessária tomada de consciência, um despertar de empatia pelos jovens que tiveram seus futuros barbaramente arrancados. Enxergá-los vividamente no livro é um exercício que afasta qualquer apaziguamento que possamos sentir em relação ao crime, ainda impune.













17 de janeiro de 2019

{Resenha} Rastro de Sangue: Jack, o Estripador

Hoje a resenha é sobre o livro "Rastro de Sangue: Jack, o Estripador" de Kerri Maniscalco.


Eu fiquei muito empolgada com a premissa desse livro, achei super interessante! Pensando que na época eu já estava orfã da Lia ( Trilogia Crônicas de Amor e Ódio), encontrar uma jovem mulher com instinto de detetive e ainda empoderada, me fez pirar.

Audrey Rose Wadsworth não é uma garota como qualquer outra, no auge dos seus 17 anos, ela gosta de frequentar o laboratório do seu tio Jonathan, estuda medicina legal e forense. E para ela, não tem problema se ficar com cheiro de formol e sangue, ela tem fascínio pela área mas é impedida de frequentar as aulas por ser mulher, e a cada cadáver que o seu tio analisa, a jovem está do lado o analisando meticulosamente também.

A questão é que seu pai tem pavor de que algo aconteça a nossa protagonista e a proíbe inclusive de sair de casa, só que como nada é impossível para Audrey, ela sai escondida mesmo e se aventura ao lado de seu tio a desvendar o homicida que está aterrorizando mulheres na cidade e o faz de uma maneira bem violenta.

Jack, como é intitulado começa a matar mulheres e é de tanta violência que Audrey se vê muito envolvida nos casos, por ser mulher, por não poder se vestir como bem entende, por estar em uma sociedade na época, uma Londres marcada por preconceitos em que a mulher tem que seguir os padrões da sociedade, tomar chá da tarde e tricotar. Audrey Rose se vê instigada a encontrar o assassino juntamente com o auxiliar de seu tio, o inteligente e charmoso Thomas Cresswell.

A amizade dos dois acaba crescendo e no meio do caminho Audrey também se vê emocionalmente envolvida com Thomas. E os dois acabam tomando rumos perigosos que poderá colocar tanto a vida de Audrey em risco como diminuir seu interesse por Thomas.

A história começa de um jeito interessante, tem momentos bem de monotonia e o do meio para o fim você acaba se prendendo melhor na história. A narrativa de Kerri, inclusive da descrição dos corpos, os aromas e ambientes são sensacionais. Parece que a gente voltou a Londres do século XIX.


Alguns aspectos me incomodaram bastante no livro. Um ponto que fiquei me questionando foi a relação do Thomas com a Audrey, em momentos do livro você acaba querendo que eles parem de flertar e só desvendam o caso. Achei ele também bem arrogante e não conseguiu me cativar enquanto personagem, não sei porque parece tanto com os homens nos quais temos que lidar em pleno século XXI.

Outro ponto é que a leitura fica bem arrastada, como se não conseguisse se desenrolar, ou porque seria muito rápido, não sei mesmo, mas tem partes bem maçantes e tive que parar e retomar para conseguir finalizar.

Um ponto que gostei bastante foi a protagonista ter essa visão mais determinada e se empoderar do movimento em prol as mulheres que estavam sendo mortas. Ela sabe o que quer, ela quer estudar, se ela não pode frequentar a aula, vai sugar o tio que é estudioso no assunto. Ela não gosta de saia e faz de tudo para não usar. Então, nesse ponto me identifiquei bastante com o impeto curioso e avassalador de Audrey. Uma verdadeira rainha de seu tempo.

Ao fim do livro nos deparamos com um drama familiar. Audrey Rose juntamente com Thomas acabam conseguindo desvendar o criminoso, mas o fim não me cativou também muito. Eu acho q esperava mais! De qualquer forma, gostei do livro, não amei e o indico para que possamos voltar no tempo e conhecer um pouquinho desse assassino que trouxe muito pavor para a Londres daquela época.


Título: Rastro de Sangue: Jack, o Estripador
Autor: Kerri Maniscalco
Editora: DarkSide Books
Páginas: 354
Sinopse: O assassino mais perigoso da história espera por você Combine a astúcia de Sherlock Holmes com a determinação de Lia, a heroína das Crônicas de Amor & Ódio. Pronto, você já tem uma pista de quem é Audrey Rose, a detetive protagonista de Rastro de Sangue: Jack, o Estripador. Prepare-se para acompanhá-la pelos becos sombrios de Londres neste romance policial com grande pesquisa histórica. Você nunca mais vai encarar a era vitoriana do mesmo jeito após devorar este lançamento da DarkSide Books. 
Audrey Rose não é a típica donzela inglesa do século xix. Quando ninguém está vendo, a jovem realiza autópsias no laboratório de seu tio, contrariando a vontade de seu pai e todas as expectativas da sociedade. Ela pode não saber fazer um penteado elaborado, mas faz uma incisão em Y num cadáver como ninguém. Seus estudos em medicina forense a levam na trilha do misterioso Jack, cujos assassinatos brutais derivados de uma terrível sede de sangue amedrontam a cidade. E Audrey Rose, empoderada desde o berço, quer fazer justiça às vítimas - ​​mulheres sem voz e marginalizadas por uma sociedade extremamente sexista. Na companhia de Thomas Cresswell, o aprendiz convencido e irritante de seu tio, ela decide seguir seus instintos e os rastros de sangue do notório assassino. Afinal, nenhum homem foi capaz de descobrir sua identidade. Esse é um trabalho para uma mulher.
Rastro de Sangue: Jack, o Estripador é o primeiro volume de uma série que já prevê inspiração em outros personagens clássicos da era vitoriana, como o Príncipe Drácula e o Escapista Harry Houdini. É também o romance de estreia de Kerri Maniscalco, autora descoberta por James Patterson, que vem conquistando o coração de leitoras e leitores em todo o mundo. Aqui no Brasil, os fãs podem esperar aquele padrão de qualidade quase psicopata da DarkSide Books. Uma edição feita sob medida para acompanhar os leitores nessa investigação cheia de reviravoltas. E, como se fosse preciso dizer, em capa dura, é claro. 
Rastro de Sangue: Jack, o Estripador faz parte da linha editorial DarkLove, só com livros escritos por mulheres com grandes histórias para contar. Os detalhes sobre medicina forense aproximam também os fãs de livros da coleção Crime Scene, como O Segredo dos Corpos ou os Arquivos Serial Killers, de Ilana Casoy. Recomendado também para os amantes de CSI, Mindhunter, O Terror Gótico de Penny Dreadful e o Medo Clássico de Edgar Allan Poe.




6 de janeiro de 2019

{Resenha} A amiga de Leonardo Da Vinci

Hoje a resenha é sobre o livro "A amiga de Leonardo Da Vinci" de Antonio Cavanillas de Blas.


O livro conta a história de Cecília Gallerani, que foi retratada por Leonardo Da Vinci na pintura renascentista Dama com arminho
Confesso que quando comecei a ler o livro, fiquei bem empolgada, por adoro esses livros históricos que contam a vida da pessoa. 

Cecília já era uma criança muito bonita e tinha um talento para as artes. Recebeu aulas de Leonardo, na época em que pintou vários quadros famosos, mas não imaginava que se tornaria um ícone da pintura. 

Leonardo se aproximou bastante de Cecília e a viu se desenvolver de uma menina para uma mulher que sabia muito bem o que queria. Desde cedo, Cecília era convicta de que não se casaria com qualquer um, e chegou a esconder a sua primeira menarca da família para não se casar com um homem muito mais velho que ela na época (com 13 anos).

Conhecida pelo seu talento e também por ser durante um tempo amante de Ludovico Sforza, o Mouro, e Duque de Milão. 

A menina que cativou os olhares e o amor de Ludovico, viu se tornar mulher e amadurecer com ele. Cecília já era uma mulher muito a frente do seu tempo, em relação ao seu corpo, aos seus desejos e aos anseios sobre o futuro. Cultivou a amizade com Leonardo até o momento em que ele saiu da Itália e foi para França. 

Leonardo fez o quadro da Dama com arminho quando Cecília tinha 17 anos, no auge de sua juventude e beleza. Uma de suas obras mais lindas, hoje pode ser visitado no museu Czartoryski na Cracóvia, Polônia. 

Um livro que acaba contando a vida das pessoas mais influentes da época. Uma época onde os casamentos eram arranjados pela família, a mulher não tinha voz e existia escravidão. Época de muitas guerras e muitas mortes, principalmente de mulheres no parto. 

Apesar de ser um começo de leitura bem arrastado, o livro é muito importante para entendermos o que aconteceu naquela época, na Itália. Gostei bastante da fluidez e da escrita.

Então, para você que ainda não leu esse romance histórico, tá perdendo o seu tempo por quê? Vem embarcar nessa viagem no tempo. 


Título: A amiga de Leonardo Da Vinci
Autor: Antonio Cavanillas de Blas
Editora: Contexto
Páginas: 256
Sinopse: A amiga de Leonardo da Vinci é o relato de uma mulher extraordinária, que viveu em uma das épocas mais apaixonantes da História e foi próxima de um dos homens mais fascinantes de todos os tempos. Cecília Gallerani teve a coragem de desprezar um casamento arranjado, tornou-se amante do poderoso Duque de Milão, teve contato com reis, nobres, artistas, religiosos e inventores, presenciou ascensão e queda de reinos. A saga única de uma mulher livre em plena Itália Renascentista.
*Dama com arminho, que enfeita a capa deste livro, é uma pintura importante de Leonardo da Vinci que retrata Cecília Gallerani. O quadro é menos conhecido por não estar em um dos grandes museus, mas em Cracóvia, na Polônia. Apesar disso, é considerado por especialistas como sendo do mesmo nível de obras mais famosas de Da Vinci, como a própria Mona Lisa, exposta no Museu do Louvre em Paris. Dama com arminho é a inspiração e o ponto de partida do escritor madrilenho Antonio Cavanillas de Blas, autor deste livro delicioso, que se lê de um só fôlego.

3 de janeiro de 2019

{Resenha} A Duquesa Feia

Hoje a resenha é sobre o livro "A Duquesa Feia" de Eloisa James. 


Vocês já sabem que eu me apaixonei pela Eloisa e seus livros que recontam as histórias de muitas princesas famosinhas rs. 
Esse livro não pode ser diferente, baseado no conto do patinho feio, A Duquesa Theodora Saxby, para os mais íntimos Theo, uma mulher um pouco peculiar e que para muitos e inclusive para ela se intitula como feia. Porém, para seu amigo de infância e lindo James Ryburn, Theo é uma mulher linda e a sua força o surpreende. 

Criados juntos desde de pequenos pelo pai de James, os dois acabam criando uma intimidade e um laço muito bonito. Porém, a medida que os dois crescem e os interesses de ambos mudam, fica difícil controlar os hormônios e os sentimentos. Entretanto, o pai de James acaba se descontrolando no cuidado com a herança de Theo, e para tentar sanar as dívidas, contraídas por ele, acaba obrigando James a se casar com sua amiga. 

Theo acaba se envolvendo com James e começa a perceber que uma simples admiração, na verdade é amor, que estava guardadinho dentro do seu coração. 

O que Theo não esperava era que esse casamento, poderia trazer muita felicidade mas também muita tristeza e depois de descobrir a ideia do duque e o motivo de seu casamento com James, Theo se fecha em seu mundo e acho que ficará bem díficil James tentar abrir e entrar novamente nesse coração, machucado e ferido!


Assim como nas leituras anteriores,  Quando a Bela domou a Fera e Um beijo à meia-noite a leitura é leve e existe uma fluidez. Porém, os acontecimentos nesse livro me deixaram um tanto quanto incomodada pela forma rápida como aconteceram e como há uma virada no tempo, a maneira como a autora relata os fatos mas não aprofunda me deixou bem contrafeita. Senti um pouco de falta disso, do detalhamento dos fatos para entender melhor a situação narrada e como os personagens lidariam com os acontecimentos anunciados. 

Um ponto alto no livro é a protagonista, sem dúvida a Theo é uma mulher muito a frente do seu tempo. E acredito que o que mais gosto das leituras da Eloisa é isso. A maneira como a mulher protagonista é desenhada por ela e ganha um destaque principal ao longo da trama que no fim você torce por ela, independente das escolhas. E foi isso que fiz pela Theo, torci para que ela fosse feliz, independente da escolha. 

É um livro gostoso, que você acaba se envolvendo com os personagens. Super recomendo a leitura. Esse não é o meu preferido, mas ganhou um espacinho especial na minha estante e no meu coração. Vem ler. 

Título: A Duquesa feia
Autor: Eloisa James
Editora: Arqueiro
Páginas: 272
Sinopse: Baseado na história O Patinho Feio, esse é o terceiro volume da série Contos de Fadas.
Como ela ousa achar que ele a ama, quando Londres inteira a chama de Duquesa Feia?
Theodora Saxby é a última mulher com quem se poderia esperar que o lindo James Ryburn, herdeiro do ducado de Ashbrook, se casasse. Mas depois de um pedido romântico feito na frente do próprio príncipe, até a realista Theo se convence de que o futuro duque está apaixonado.
Ainda assim, os tablóides dizem que a união não durará mais do que seis meses.
Em seu íntimo, Theo acredita que os dois ficarão juntos para sempre… até que ela descobre que o que James desejava não era seu amor, mas seu dote.
E a sociedade, que primeiro se chocou com seu casamento, se escandaliza com sua separação.
Agora James precisará enfrentar a batalha de sua vida para convencer Theo que ele amava a patinha feia antes que ela se transformasse em cisne. E Theo logo descobrirá que, para um homem com alma de pirata, vale tudo no amor – e na guerra.

2 de janeiro de 2019

Retrospectiva 2018

Olá gente,

2018 para mim definitivamente não foi um ano fácil.


Passei por muitas mudanças no meu campo profissional e por conta disso não consegui bater minha meta de leitura, porém li 41 livros e foram leituras muito prazerosas.

Algumas leituras e resenhas disponíveis:


Quem quiser seguir e acompanhar minhas leituras no Skoob segue meu link de usuário: Skoob Denise

Em um ano em que teve um carnaval sucesso, uma copa do mundo decepcionante, uma bienal do livro cara e lotadissima e uma eleição baseada em fake news, acredito até que sobrevivemos muito bem. E nesse meio tempo inicie e terminei dois cursos importantes para a complementação da minha formação profissional. 

Fiz três viagens maravilhosas (Florianópolis, Rio de Janeiro e Olímpia). Aproveitei bastante o meu sobrinho e sobretudo minha família e que esse ano possa ser um ano de renovação e mais empatia. 

Tenho uma meta de livros que espero conseguir enfim ler, que são 50 livros, mas se eu ler perto disso ficarei feliz também. 

E espero que possamos compartilhar muitas coisas nesse ano que começa agora. 

Vem 2019!


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