12 de setembro de 2018

{Viagens e Leitura} Embarcando em Campos do Jordão

Olá pessoal,

Hoje vou falar um pouco sobre a viagem que fiz a Cidade de Campos do Jordão, interior de São Paulo.
Fui eu e mais 3 amigas aproveitar o fim do inverno nessa cidade tão querida e tão fofinha.

Saímos daqui de carro no dia 31/08 por volta das 16 horas e claro que já estava muito trânsito em São Paulo. Chegamos em Campos por voltadas 21 horas e conseguimos descarregar o carro e dar uma volta no centro, em Capivari, e tomar um chocolate quente.

Como o intuito nessas viagens também é ler. Consegui adiantar bem a leitura de "A dama da meia-noite" no Kindle e inicie "Onde não existir reciprocidade, não se demore".

A noite, como estava uma temperatura por volta dos 8 graus, acendemos a lareira e tomamos um vinho para esquentar o nosso final de semana.

Sábado tomamos um café reforçado e nos aventuramos na cidade. Fomos visitar o Pico do Itapeva. Um lugar lindo mas que ainda falta uma melhor infraestrutura para quem vai de carro.

Depois dessa visita, fomos ao Centro de Capivari e tomamos uma bebida na Baden, que é muito badalado em Campos do Jordão. O ambiente é muito bom e vá sem pressa, pois sempre tem fila. 

Almoçamos pelo centro mesmo e fomos comprar chocolate. Após isso, voltamos para casa para aproveitar o fim do dia comendo e bebendo o que havíamos levado de São Paulo. 

Domingo acordamos tarde, eu continuei lendo o livro do Iandê Albuquerque. Almoçamos em casa mesmo e no final da tarde, voltei de ônibus para São Paulo. 

A viagem foi bem tranquila e serviu para descansar dessa loucura que é viver em São Paulo. Achei a cidade fofa, parecendo um cenário de cinema mesmo, mas bem fofinha. Então, se não sabe para onde ir, vá para Campos!

Dados da Cidade:
Onde fica: Localizada na Serra da Mantiqueira, Região Metropolitana do Vale do Paraíba e Litoral Norte. 
Via de Acesso: Rodovia Floriano Rodrigues Pinheiro ou ônibus (saindo da Terminal Rodoviário do Tietê) 



9 de setembro de 2018

{Bienal do Livro - Dia 2} Visita e Sessão de autógrafo

Hoje vou falar um pouco sobre o meu segundo dia de visita na Bienal do Livro.

Fui no sábado, dia 11/08, penúltimo dia da Bienal e imaginem que estava bem lotado, por ser final de semana. 
Escrita feita com café - Sala da Imprensa
Eu fiquei bem empolgada quando a Editora DarkSide Books em uma parceria com o Submarino, iria levar a autora Ilana Casoy para um bate papo e uma tarde de autográfos. Na mesma hora, já organizei meu dia e consegui chegar a tempo de pegar a fila e o bate-papo. 

Foto retirada da página do facebook do Submarino
A Ilana é uma autora incrível, além de ser mega simpática. Saí muito feliz desse encontro!

Depois da sessão, encontrei a Clau do blog MãeLiteratura e ficamos até quase o término da Bienal. 

Espaço na Editora Rocco dedicado ao livro
"O conto de aia"
Esse dia foi bem tumultuado, porque todas a editoras estavam bem cheias, mas ainda assim consegui comprar mais alguns livros que encontrei de promoção e tirei foto com a autora de um livro, na qual ela conta a sua trajetória e como lidar com o câncer. Fiquei feliz com a aquisição. 

Renata Isa Santoro, autora do livro
"Poderosa Leveza de Ser"
Como vocês puderam ver, estar na Bienal foi um grande prazer. Fiquei um tempo sentada no espaço para a Imprensa, tirei mais algumas fotos para vocês terem a noção de como foi rico a visita e ao final do tive tempo de agradecer pela oportunidade e de esperar ansiosamente pela 26ª Bienal, que ocorrerá em 2020. 

Livros adquiridos na visita
E assim, encerrei minha visita a Bienal. A alegria estampada no rosto e a certeza que o amor pela leitura transborda e ultrapassa qualquer limite! Vem sentir essa sensação de transbordamento comigo!




5 de setembro de 2018

{Resenha} O Conto da Aia

Hoje a resenha é sobre o livro "O conto da aia" de Margaret Atwood.

Eu comecei a ver a série que é inspirada no livro, The Handmaid's Tale, e fiquei extremamente obcecada para ler o livro.

Confesso que no início tive um pouco de dificuldade de entender, apesar de ser uma escrita bem fluida e a leitura acaba te instigando.

Os Estados Unidos criaram uma sociedade religiosa, chamada Gilead, onde pela crise social e política no país, houve muita queda na natalidade. As mulheres que era inférteis tinham outras funções dentro da sociedade, eram educadoras, fiscais do novo sistema e/ou empregadas domésticas. As poucas que podiam ter filhos, chamadas aias, eram aprisionadas e viviam com famílias para gerarem filhos para essas famílias. Geralmente são famílias ricas e detentoras do novo poder.

O livro é narrado em primeira pessoa, Offred é a aia que nos mantém informados de toda a sua rotina na casa do comandante. Toda a política é rodeada pelo livro do antigo testamento (da Bíblia) de modo deturpado, o que faz com que as mulheres férteis (aias) se submetam ao regime ditatorial do país. E se por ventura, elas não conseguirem gerar um filho em um prazo determinado, chegam a tentar com outra família ou são encaminhadas para colônias envenenadas e acabam morrendo nessas colônias.  

Offred vai nos narrando como a vida dela se transformou, vivendo uma vida de privações, para uma mulher que trabalhava, era casada, tinha uma filha, tinha uma vida estável e independente. Esse é o choque que temos ao ler o livro e também ao assistir a série. Através de flashback's, conseguimos entender o que se passou na vida dela em um momento passado e como ela se vê no hoje.  

Gilead era uma republica que fazia com que as pessoas fossem punidas, por qualquer coisa que ia contra a sociedade, a mulher em si não tinha opinião, não podia expressar emoções, ter amigos/amigas, trabalhar e até mesmo ser independente. 

Offred acaba compartilhando seus momentos de solidão, como uma aia e como lidar com as recordações de um passado em que amou e foi amada e tudo o que mais amava lhe foi tirado sem pedir licença ou permissão. Depois de um tempo nessa situação, ela chega a pensar que tudo que vivia antes com a sua família, era um sonho e o quanto há uma semelhança pensando que estamos no século XXI. E confesso, que essa é a parte que mais me choca e me deixa perturbada com o livro. Pensar que Offred está vivendo algo no futuro que muitas mulheres nesse século ainda vivem!

Quando publicado em 1985, Margaret se inspirou na Revolução Islâmica de 1979, em que transformou o Irã em uma República islâmica teocrática que tinha no poder cristãos radicais, nos mostra as muitas possibilidades de dominação que povos podem sofrer, independente de credos, raças ou culturas. 

O livro é muito intenso, muito bom e a escrita é bem fluida. Ao final, ainda temos algumas revelações, que se torna extremamente interessante e importante. Então, se você pensar em não ler as últimas páginas, não faça isso! LEIA!

Eu só posso dizer que adorei do início ao fim o livro. Não é uma leitura fácil, até pela forma como as mulheres são tratadas, mas é uma leitura bastante instigadora, até para pensarmos na sociedade em que vivemos e daqui para frente como será. Um livro publicado há mais de 30 anos, mas que é muito atual. Super recomendo. 


Título: O conto da aia
Autor: Margaret Atwood
Editora: Rocco
Páginas: 368
Sinopse: Escrito em 1985, o romance distópico O conto da aia, da canadense Margaret Atwood, tornou-se um dos livros mais comentados em todo o mundo nos últimos meses, voltando a ocupar posição de destaque nas listas do mais vendidos em diversos países. Além de ter inspirado a série homônima (The Handmaid’s Tale, no original) produzida pelo canal de streaming Hulu, o a ficção futurista de Atwood, ambientada num Estado teocrático e totalitário em que as mulheres são vítimas preferenciais de opressão, tornando-se propriedade do governo, e o fundamentalismo se fortalece como força política, ganhou status de oráculo dos EUA da era Trump. Em meio a todo este burburinho, O conto da aia volta às prateleiras com nova capa, assinada pelo artista Laurindo Feliciano.

20 de agosto de 2018

{Bienal do Livro - Dia 1} Visita a 25ª Bienal Internacional do Livro

Olá pessoal.

Hoje vou falar um pouco sobre a visita a Bienal que eu fiz. 


Como falei para vocês, a Bienal foi do dia 03/08 ao dia 12/08 e cada dia foi repleto de surpresas, descontos e muitos muitos muitos livros. 
Túnel de livros na entrada da Editora Intrínseca

Eu visitei a Bienal no dia 08/08 e no dia 11/08. Posso dizer que foram dias muito bons e bem cheios. 

Dia 08, fui a alguns stands, pois queria comprar livros que já estava querendo fazia um tempo e me dei bem nessa visita. 

Stand do Grupo Pensamento
Visitei algumas editoras e como é de praxe na Bienal, tirei muitas fotos que estarão sendo apresentadas ao longo dessa publicação. 


O mais interessante, nesse ano, é que os organizadores deixaram um espaço maior entre um stand e outro, possibilitando assim a locomoção de todas as pessoas. 
As arenas destinadas para sessão de autógrafos e entrevistas permaneceram no mesmo lugar da edição anterior. Porém, esse ano, achei que foi bem mais organizado. 

Museu da língua portuguesa
Outro fato que me chamou a atenção, foi a área reservada para lanches e até almoço, para quem tinha disponibilidade. Um espaço foi reservado para Food trucks e o outro para alguns fast foods que já estamos habituados. 
área de alimentação
A única coisa desagradável, foram as enormes filas para se usar o banheiro. As filas estavam quilométricas, principalmente no feminino, e isso deixou o pessoal um pouco impaciente. 

Annabelle no stand do Submarino
Outros espaços criados, bem legais, foram os lugares de leitura, que era na verdade, um descanso para quem chegou cedo e só foi embora na hora que as portas fecharam. 

Eu adorei ter ido, especialmente esse ano, depois de um tempo a frente do blog e desse trabalho que venho fazendo. 
Livros comprados no dia da visita!

Vem embarcar comigo nessa aventura literária. 



13 de agosto de 2018

{Resenha} Cérebro

Hoje a resenha é sobre o HQ "Cérebro - Modus Operandi" de Eron Villar e Carlos Eduardo Cunha.

Eu recebi esse primeiro exemplar, desse HQ que me chamou muito a atenção por ser policial e haver uma continuação.

Nessa primeira história, vimos uma investigação em cima do tráfico de drogas e como chegar até os seus cabeças.

Além disso, o Agente Veras participa de um treinamento para deixá-lo com habilidades fora do comum e isso é incrível de ver no quadrinho.

As ilustrações são muito bem feitas porém achei que faltou uma liga entre uma história e outra, mas que por ser a primeira pode ser visto nas próximas.

Eu gostei bastante do enredo, mas quando a gente acha que vai solucionar os crimes, a HQ termina e já fiquei louca para saber o que irá acontecer.

Então, se você não leu ainda, vem ler! Não perca mais tempo.


Título: Cérebro - Modus Operandi
Autor: Eron Villar e Carlos Eduardo Cunha
Editora: Villa Lux
Páginas: 32
Sinopse: A publicação se passa no Recife em um futuro fictício e apresenta a história do projeto Cérebro, um experimento neurotecnológico desenvolvido por uma Coordenação Especial formada pelas várias polícias internacionais. O programa recruta agentes e soldados para serem treinados por I.As (inteligências artificiais) no intuito de desenvolver suas capacidades motoras e intelectuais acima da média dos seres humanos, aumentando sua sensibilidade, inteligência, reflexo e perspicácia.
No hemisfério direito atuam Rone e Vitor, primeiros agentes a irem a campo, após um ano de treinamento intenso e cuidadoso. Sua determinação e destreza despertam muita intriga dentro da própria organização.
Nesta primeira edição, Modus Operandi, veremos essa dupla desvendar um caso de tráfico de drogas, que a princípio, parece ser apenas mais um cartel, mas trata-se do desenvolvimento de uma droga “perfeita”. O prefácio desta edição é do Prof. Dr. Fábio Paiva, especialista em Quadrinhos na Educação com vários livros publicados a respeito do assunto.
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