1 de março de 2026

{Resenha} A sete chaves

Hoje a resenha é sobre o livro "A sete chaves" de Freida McFadden.

Foto retirada de Arquivo Pessoal

Eu comecei a ler esse livro despretensiosamente. Nessa história, vamos conhecer a história de Nora Davis, uma cirurgiã renomada que tem um segredo que ninguém sabe e que a deixa apreensiva e com medo de ser descoberta, porém Nora está vivendo a sua vida tranquilamente, quando seu pai é lembrado a todo momento. 

O pai de Nora está cumprindo prisão perpétua e ninguém sabe que ele era o serial killer mais famoso de sua época. Uma época que Nora apagou da sua vida, até hoje. 

Quando uma de suas pacientes aparece morta, com o mesmo modus operandi do seu pai, Nora fica em dúvida se ele está preso de fato. Muitas coisas começam a acontecer e a sua vida vira de cabeça para baixo. 

Freida consegue escrever um thriller que vai deixar você de boca aberta. Confesso que a Nora me irritou em muitos momentos, até no fato que a polícia tentou culpá-la, mas você pensa, se eu não matei ninguém não tem o porquê de eu me questionar. Entretanto, Nora fica na dúvida. Oi? Não, né Nora, pelo amor!

Apesar disso, eu adorei o livro. Achei o plot muito bom. Você desconfia de todo mundo, menos da pessoa que é a assassina de fato. Eu não imaginava mesmo! 

Outro ponto que gostei no livro, foi a narrativa de quando Nora era criança e os tempos atuais. Eu gostei bastante de conhecer um pouco da infância da nossa protagonista, dá para entender porque ela se sente tão sozinha e como isso afeta a sua vida atualmente. 

Eu só posso dizer que esse é um dos livros que mais gostei da Freida, depois de a trilogia de "A empregada". A escrita da Freida é bem fluida e é impossível você parar de ler. Leiam esse livro e venham me falar o que acham. Eu já quero ler outros para ver se vou ficar tão entretida quanto esse me entreteu. 

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Título: A sete chaves
Autor: Freida McFadden
Editora: Arqueiro
Páginas: 272

SinopseAlgumas portas são trancadas por um motivo… Enquanto Nora Davis, de 11 anos, estava em seu quarto fazendo a lição de casa, não fazia ideia de que seu pai estava matando mulheres no porão. Até o dia em que a polícia chegou à porta da casa. Décadas depois, o pai de Nora está passando a vida atrás das grades, e Nora é uma cirurgiã bem-sucedida com uma existência tranquila e solitária. Ninguém sabe sobre seu passado, e ela fará de tudo para que continue assim. Então, uma de suas jovens pacientes é assassinada, da mesma maneira única e horrível que seu pai usava para matar suas vítimas. Alguém sabe quem é Nora. Alguém quer que ela assuma a culpa por esse crime impensável. Mas ela não é como seu pai. A polícia não pode lhe atribuir nada. Desde que não procurem em seu porão... Um thriller psicológico fascinante sobre culpa, segredos e sobre a possibilidade de superar o que está em nosso sangue.

26 de fevereiro de 2026

{Resenha} Antes de Partir

Hoje a resenha é sobre o livro "Antes de Partir" de Charlie Donlea. 

Foto retirada de Arquivo Pessoal

Eu confesso que quando comecei a ler esse livro, esperava uma outra história. Charlie sempre começa de uma maneira mais lenta e depois vai melhrando, até ter um fim surpreendente. Aqui neste livro, temos um enredo totalmente diferente, isso não quer dizer que é ruim, só é diferente de tudo que ele já entregou. 

Ben Gamble é aquele cara que todos amam, super comunicativo, engraçado, gosta do que faz, e se dedica ao amor da sua vida, sua esposa Abby. Quando seu avião desaparece no oceano pacífico, ninguém acredita que o pior tenha acontecido, até sua esposa receber os pertences de seu amado. 

Ao lidar com o luto, Abby se fecha no seu mundo e tenta a todo custo enfiar a cara no trabalho. Dona de uma empresa no ramo dos cométicos, Abby trabalha muito para tentar esquecer ou pelo menos, aliviar um pouco a perda do seu companheiro de vida. Existem muitas pessoas tentando ajudar Abby nesse processo, sua irmã Maggie, seu cunhado e até Joel, um médico renomado que ela conhece por coincidência na academia. 

Só que lembrando que estamos falando de um livro do Charlie, nada é coincidência. Joel é um homem que tem a culpa entranhada no seu ser, depois de perder seu irmão mais velho, acaba se dedicando aos estudos até virar um profissional renomado na sua área. Joel carrega muitas feridas e só o tempo o fará perceber o quanto de vida ele ainda tem para viver. 

A leitura é bem arrastada no início, sabemos que Abby está sofrendo muito, o luto é uma dor que só quem foi/é enlutado entende. Abby tenta seguir, mas algo a impede. Joel está aí para ajudá-la nesse processo e a progressão é bem lenta. 

A superação e o amor enfrentados na trama acabam ficando um pouco de lado, por ser uma leitura um pouco mais arrastada. Você começa a ver o desenrolar do meio para fim, mas aí o Charlie me coloca um plot que fica impossível não ler correndo.  Esse não é um livro que você encontrará morte e suspense, longe disso. Tem um pouco de drama e romance. Diferente de tudo que já li até aqui do autor. 

Eu gostei do livro, achei que poderia ser melhor, acho que faltou alguma coisa. O final não me pegou muito, acho que no fim, todos esperavam uma coisa e era outra, acho que o autor poderia ter deixado um pouco mais claro a mensagem espiritual que ele queria passar, mas mesmo assim, não posso dizer que amei não. Não é o meu preferido do Charlie, mas ainda assim espero que leiam e venham me falar o que acharam. 

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Título: Antes de Partir
Autor: Charlie Donlea
Editora: Faro Editorial 
Páginas: 224

SinopseAs pessoas que amamos ficam conosco para sempre... às vezes de maneiras surpreendentes. Um ano depois do avião em que o marido viajava desaparecer no oceano Pacífico, Abby Gamble ainda tenta superar a dor da perda. O relacionamento entre ela e Ben era incondicional, profundo, e se fortaleceu ainda mais ao terem de lidar com uma tragédia anos atrás. Abby sabia que Ben iria querer que ela seguisse em frente. Seu primeiro passo foi entrar de cabeça no trabalho, dedicando-se a sua empresa de cosméticos... até que ela conhece Joel, um médico cujo passado é tão repleto de cicatrizes quanto o dela. Joel nunca se perdoou por uma decisão que tomou ainda na infância, que resultou numa fatalidade. Esse evento o fez direcionar todas as suas escolhas de futuro para se redimir do passado. Quando conhece Abby, ele decide se dar uma nova chance, mas Abby ainda resiste à ideia de deixar a história com Ben para trás. No entanto, desde que o avião caiu, Ben busca uma maneira de voltar para Abby. De alguma forma, ele precisa reencontrar a esposa novamente.

18 de fevereiro de 2026

{Resenha} Véspera

Hoje a resenha é sobre o livro "Véspera" de Carla Madeira. 

Foto retirada de Arquivo Pessoal

Eu estava bem curiosa para iniciar essa leitura, pois o último livro que li de Carla me deixou bem pensativa. Ainda mais sabendo que esse vai virar filme, então, não tinha como não ler. 

Na história vamos conhecer Vedina, uma mulher que luta contra um casamento marcado pelo desamor e em um momento de total raiva e rancor acaba abandonando seu filho, um menino de apenas 5 anos. Ao voltar ao local, já se arrependendo no momento em que fez isso, não consegue achar a criança e aí ela luta contra o tempo e o seu arrependimento visceral. 

Concomitante, vamos acompanhar a história de uma família que parecia tradicional, mas só parecia mesmo. Uma mãe extremamente religiosa, um pai alcoolista e filhos gêmeos. O sonho de Dona Custódia era ser mãe, sonhava e pedia a Deus todos os dias, até que vieram, não só uma benção, mas duas de uma vez só. Ela se sentiu muito agraciada. Estava feliz, mas mal sabia ela que os dois já estavam predestinados. Ao tentar se vingar da mulher, o pai coloca nomes que irão selar a vida dos dois filhos para o resto de suas vidas. 

A narrativa é contada em dois tempos. O dia do abandono e os dias que o antecedem. Vamos conhecendo todos os envolvidos na trama e vamos nos apaixonando por alguns personagens e odiando outros.

Carla Madeira consegue prender o seu leitor, consegue nos deixar com raiva e ao mesmo tempo ansiosos para terminar o livro e saber o que de fato vai acontecer. As perguntas não terminam quando o livro acaba. Você teria coragem, mesmo ao extremo, de abandonar um filho? Você colocaria nomes nos seus filhos, que poderiam virar chacota, só pra penalizar uma pessoa? E se mesmo sabendo que a mulher não te quer, você insistir seria: amor ou obsessão? Você contaria que sofreu um abuso, mesmo esse sendo feito por um parente próximo? 

As perguntas ficam matutando na nossa cabeça e a história vai sendo contada para tentar minimizar todas essas perguntas. 

A Carla tem uma escrita fluida e muito interessante. Eu adorei  "Tudo é rio", com uma escrita poética e sensível, esse aqui foge da mesmice, nos leva a lugares que também frequentamos, de uma mãe no auge do seu desespero, de irmãos tentando sobreviver ao bullying e ao desamor, de uma mulher sem amor, que corre atrás de migalhas. Esse livro nos conta tantas camadas, que é difícil digerir em um dia. Eu fiquei vários tentando entender. Então, se você não leu nada da Carla, eu a indico de olhos fechados. Agora, se você leu, vem me falar o que achou. 

E só me resta esperar a adaptação para ver se ficará fiel ao livro.  

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Título: Véspera
Autor: Carla Madeira
Editora: Record
Páginas: 280

Sinopse: Novo romance da autora do fenômeno Tudo é rio, Véspera retoma a escrita brilhante e contagiante de Carla Madeira, que desperta todo tipo de emoção no leitor. Carla Madeira cria personagens que parecem estar vivos diante de nós. As emoções que sentem são palpáveis e suas reações, autênticas. Temos a sensação de conhecê-los de perto, inclusive as contradições e os pontos cegos. Tal virtude é evidente em seu livro de estreia e grande sucesso, Tudo é rio (2014), mas também no livro seguinte, A natureza da mordida (2018). Os personagens de Véspera, este seu novo romance, possuem a mesma incrível força vital. Mas se em Tudo é rio Carla os criou com poucas pinceladas e traços incisivos, aqui, para delinear suas personalidades, ela opta por uma superposição de camadas psicológicas. Se antes eles primavam por temperamentos drásticos ― capazes de extremos de paixão, ciúme, ódio e perdão ―, aqui a estratégia gradativa de composição confere-lhes uma dose maior de mistério, sugerindo ao leitor antecipações que só aos poucos se confirmam, ou não. A força emocional continua existindo, porém está menos visível, o que deixa a atmosfera ainda mais carregada de suspense e tensão. A narrativa começa com a pergunta: como se chega ao extremo? Vedina, uma mulher destroçada por um casamento marcado pelo desamor, em um momento de descontrole abandona seu filho e, imediatamente arrependida, volta para o lugar onde o deixou e não encontra quaisquer vestígios de sua presença. Este é o acontecimento nuclear da trama que expõe as entranhas de uma família – pai alcóolatra, mãe controladora, irmãos gêmeos tensionados pelas diferenças – que, como tantas outras famílias, torna-se um lugar onde as singularidades de cada um não são acolhidas, criando rachaduras por onde a violência se infiltra. Contada em dois tempos, o dia do abandono e os dias que vieram antes dele, o romance avança como duas ondas até que elas se chocam e se iluminam. O leitor se vê diante de um espantoso presente que expõe o quanto as palavras são capazes de inventar a verdade. “O tempo flutua invisível e em espesso presente. Nada apodrece sem ele. Nada floresce. Nada se torna amável. Nenhum ódio viceja. Nenhuma umidade seca. Nenhuma sede cede. As tempestades não inquietam nele ventos, as avalanches não podem soterrá-lo, a perplexidade não o paralisa, o mal não o ameaça e o bem não faz com que se demore. Mas eis que um acontecimento, um único acontecimento, captura o tempo e o aprisiona.”


8 de fevereiro de 2026

{Resenha} Torto Arado

Hoje a resenha é sobre o livro "Torto Arado" de Itamar Vieira Junior.

Foto retirado de Arquivo Pessoal

Eu ganhei esse livro de aniversário e demorei um pouco para ler, mas acredito que foi o momento certo da leitura. Itamar tem uma narrativa surpreendente e esse livro é aquela leitura necessária. 

Nessa história, iremos mergulhar na vida das irmãs Belonísia e Bibiana, duas meninas que ao se depararem com uma faca bem brilhante, não se aquietam até pegar e fazer o que toda a criança faz: traquinagem. Porém, após uma delas ter a língua mutilada, isso sela de vez o futuro das duas e muda as suas percepções de vida. 

A vida no sertão não é fácil, as meninas crescem em uma família regada de amor, mas ao mesmo tempo muita luta, pobreza e desigualdade social. Salustiana e Zeca Chapéu Grande conduzem a família no campo, auxiliam as meninas a trabalhar, mesmo que esse trabalho não seja convertido em dinheiro. Era uma época em que você labutava e ganhava em troca comida e casa. Uma casa de barro batido, que precisava sempre ser refeito devido às chuvas e ao tempo.

O pai das meninas era um benzedeiro na época, rodeado de espíritos, ajudou muitas famílias a sair das dificuldades da vida com suas ervas e chás. Além disso, a espiritualidade era muito presente na família e dona Salu ainda ajudava na vinda dos bebês ao mundo. 

A história vai relatando a luta das mulheres, que se colocam a frente para melhores condições de vida e moradia, a criação do quilombola, que auxilia nessa valorização. As dificuldades que essas mulheres passavam, também é tratada de uma forma muito sensível pelo autor.

A relação das irmãs dá um quentinho no coração, até mesmo quando elas passam pela adolescência e a fase adulta. 

O livro traz entraves que por mais que sejam de outros tempos, ainda acontece nos tempos atuais. Essas brigas por terra, valorização do trabalhador braçal e do campo, a desigualdade social, o trabalho pautado na valorização salarial, tudo isso só nos faz pensar em como era antes e das dificuldades nos tempos atuais. 

Eu amei a leitura, acredito que o Itamar nos traz para uma realidade nua e crua, faz com que analisemos o nosso país e como essa desigualdade social assola a vida de muitos brasileiros. 

Eu espero que muitas pessoas leiam esse livro, que se faz necessário, para entender só um pouquinho do que foi e ainda é a história do nosso país. Obrigada, Itamar, por essa obra super rica. Indico de olhos fechados. 

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Título: Torto Arado
Autor: Itamar Vieira Junior
Editora: Todavia
Páginas: 262

Sinopse: Obra literária obrigatória para os vestibulares UEL 2025 e UFSC 2025. Um texto épico e lírico, realista e mágico que revela, para além de sua trama, um poderoso elemento de insubordinação social. Nas profundezas do sertão baiano, as irmãs Bibiana e Belonísia encontram uma velha e misteriosa faca na mala guardada sob a cama da avó. Ocorre então um acidente. E para sempre suas vidas estarão ligadas — a ponto de uma precisar ser a voz da outra. Numa trama conduzida com maestria e com uma prosa melodiosa, o romance conta uma história de vida e morte, de combate e redenção.

25 de janeiro de 2026

{Resenha} Verity

Hoje a resenha é sobre o livro "Verity" de Colleen Hoover.

Foto retirada de Arquivo Pessoal

Eu comecei a ler esse livro por causa da adaptação. Eu não sei qual o sentimento de fato senti ao terminar. Fiquei incomodada, mas acho que vocês irão entender ao final dessa resenha.

Nessa história vamos conhecer Lowen Ashleigh, uma jovem escritora que está passando por um momento difícil, quase prestes a falir, mas fica balançada quando recebe uma proposta que pode mudar a sua vida. 

Jeremy Crawford é marido de Verity, uma escritora famosa que está precisando de ajuda para terminar os seus livros de uma série de grande sucesso. Ao conhecer Lowen, Jeremy a convence a ir passar uns dias com ele e Verity em sua casa para terminar a série. Ao conhecer Verity, Lowen começa a ver coisas que fazem duvidar da sua sanidade. E ao mesmo tempo, também começa a ler a sua biografia.

E aí que a história começa de fato. Lowen começa a conhecer a família que era composta pelas gêmeas Harper e Chastin e do mais novo Crew. Verity detalha como é o dia-a-dia com as crianças até a morte das meninas. Lowen começa a ficar preocupada e além de se sentir atraída por Jeremy, acredita que tudo que lê é real. 

Hoover começou a escrever um trhiller psicológico que foge do que está acostumada. A leitura é fluída e quando percebemos terminamos rapidamente, mas ao chegar ao final, não sei se gostei do desfecho. Em alguns momentos, senti a narrativa um pouco repetitiva.

A leitura é instigante com uma narrativa de Verity bem cruel e instigante, até o plot twist  no final, que posso falar que odiei. Não sei se a Hoover quis impressionar o seu leitor, mas fiquei com aquele gosto amargo, não sei se gostei do livro de fato. Acredito que a Colleen quis chocar o seu leitor, confundindo nossa cabeça com a narrativa, mas eu confesso que não gostei do final.

Lowen é aquela personagem meio sem sal nem açúcar e Verity é aquela personagem intensa. Jeremy é aquele marido irresistível e ao decorrer da história pode não ser tão confiável assim.

A leitura é muito boa, te prende, mas o final deixa muito a desejar. Eu só senti um pouco de raiva. Vamos ver como será a adaptação, não sei o que esperar na verdade. E você, já leu algo da autora? Vem me contar o que achou. 

Onde Comprar: Amazon


Título: Verity
Autor: Colleen Hoover
Editora: Galera Record
Páginas: 320

Sinopse: O amor é capaz de superar a pior das verdades? Verity Crawford é a autora best-seller por trás de uma série de sucesso. Ela está no auge de sua carreira, aclamada pela crítica e pelo público, no entanto, um súbito e terrível acidente acaba interrompendo suas atividades, deixando-a sem condições de concluir a história... E é nessa complexa circunstância que surge Lowen Ashleigh, uma escritora à beira da falência convidada a escrever, sob um pseudônimo, os três livros restantes da já consolidada série. Para que consiga entender melhor o processo criativo de Verity com relação aos livros publicados e, ainda, tentar descobrir seus possíveis planos para os próximos, Lowen decide passar alguns dias na casa dos Crawford, imersa no caótico escritório de Verity – e, lá, encontra uma espécie de autobiografia onde a escritora narra os fatos acontecidos desde o dia em que conhece Jeremy, seu marido, até os instantes imediatamente anteriores a seu acidente – incluindo sua perspectiva sobre as tragédias ocorridas às filhas do casal. Quanto mais o tempo passa, mais Lowen se percebe envolvida em uma confusa rede de mentiras e segredos, e, lentamente, adquire sua própria posição no jogo psicológico que rodeia aquela casa. Emocional e fisicamente atraída por Jeremy, ela precisa decidir: expor uma versão que nem ele conhece sobre a própria esposa ou manter o sigilo dos escritos de Verity?


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