20 de janeiro de 2020

{Resenha} Amor sob encomenda

Hoje a resenha é sobre o livro "Amor sob encomenda" da Carina Rissi.

Foto retirada de Arquivo Pessoal

Eu confesso que quando vi esse lançamento da Carina fiquei doidinha, porque os romances da Carina vem com uma pitada de humor que não tem como não se cativar pelos personagens.

Melissa Gouvêa é aquela mulher workaholic. Dedica em produzir festas e casamentos, tem uma dura missão pela frente, produzir o casamento de uma socialite da alta sociedade com ninguém mais, ninguém menos que o ex-namorado dela.

Mel se vê desnorteada e sem saber o que fazer, porque não está preparada para lidar com essa pressão e o pior, precisa do emprego porque é arrimo de família. Entretanto, durante toda essa situação inusitada Mel se vê obrigada a dividir apartamento com um cara que conheceu em um dos eventos que produziu que será sua unha encravada. Nicolas Cassani é um chato, rabugento, bagunceiro, mas também é um gato. E deixará Melissa doidinha, doidinha.

O livro é engraçado e irreverente.  Confesso que fiquei em alguns momentos com uma raiva absurda da Mel, por ela se mostrar bem imatura e insegura em alguns momentos. O que salva em alguns momentos são os seus amigos, que acabam dando um ponto de equilíbrio ao livro.

O enredo é interessante, mas em alguns momentos, confesso que fiquei um pouco enfadada de ler, porque se torna um pouco repetitivo. Esse não é o melhor livro da Carina, mas para distração e querer desanuviar um pouco ele é uma boa pedida. Porém não vá achando que você lerá rápido, porque dependendo do seu momento, isso pode não acontecer.

O Nicolas é bem mala no início, mas depois até que acabo me simpatizando com ele e com as suas peripécias. Já o ex-namorado da Mel, pelo amor de Deus, que homem mais chato. Dá vontade de entrar no livro e socar a cara dele.

Em alguns pontos do livro, a Carina cita personagens de outras histórias, fazendo um gancho na família, então, achei essas partes bem interessantes, até para saber como esses personagens que tanto amamos estão. 

Eu gostei do livro, como disse lá em cima, não é o meu preferido, mas é bem interessante e instigante a história. Vem ler e fala para mim o que achou!



Título: Amor sob Encomenda
Autor: Carina Rissi
Editora: Verus Editora
Páginas: 546
Sinopse: Melissa Gouvêa está totalmente focada na profissão. Responsável pela situação financeira da família, incluindo o caro tratamento médico da mãe, a determinada assistente sonha em se tornar a produtora de eventos da Allure. Como se casar não faz parte de seus planos no momento, ela se assusta ao saber que o namorado foi visto comprando um anel de noivado. Mas Mel não devia ter se preocupado tanto, já que o anel não era para ela e, pior ainda, a Allure foi contratada para o cerimonial do canalha. Mesmo assim, Melissa aceita o maior desafio de todos: produzir o casamento do ex. A bagunça em sua vida aumenta quando ela se vê dividindo o apartamento com o cara mais irritante, cínico, atrevido - e muito lindo, infelizmente - que conhece. Melissa devia se concentrar em manter o que resta de seu coração a salvo e sobreviver ao casamento do ex. O problema é que o novo colega de apartamento confunde sua razão e seus batimentos cardíacos, despertando desejos avassaladores até então desconhecidos. Tarde demais, Mel se dá conta de que seu coração nunca correu tanto perigo. Amor sob encomenda vem cheio de humor, amor e emoção e apresenta uma história que nos fará refletir a respeito do que realmente é importante na vida.

15 de janeiro de 2020

{Resenha} Sobre o tempo em que estive morta

Hoje a resenha é sobre a HQ "Sobre o tempo em que estive morta" de Daniel Esteves, Sueli Mendes, Pedro Okuyama, Wanderson de Souza. 
Foto retirada de Arquivo Pessoal
Cris está voltando para a sua cidade natal, mas ela não faz ideia do que a espera. Depois de dois anos sem terminar a história do seu livro, ela volta para tentar buscar inspiração e se mete em bastante confusão. 

A nossa protagonista é uma escritora, que se vê de mãos atadas, quando ao chegar em sua cidade natal se depara com o desaparecimento dos seus pais e os seus amigos próximos não a reconhecerem. 
Foto retirada de Arquivo Pessoal
Ao questionar as pessoas e vizinhos, ela acaba conhecendo um casal que fará de tudo para mantê-la longe. Porém, a nossa escritora é esperta e sabe se livrar das garras de pessoas que só querem te prejudicar e fazer o mal. 

Eu, confesso que no início não estava entendendo o que se passava com a Cris, achei que muito da história, ela estivesse inventando. Só que meus amigos, a Graphic Novel tem uma sacada de gênio e o final é surpreendente, deixa você de queixa caído e cabelo arrepiado. 

Nossa protagonista está com bloqueio de escrita e acha que voltando, esse bloqueio pode ajudar. Achei ela bem determinada e forte. Uma mulher que não tem medo para ir atrás de seus objetivos até o fim, mesmo que isso faça com que ela corra risco de morte. 
Posso dizer que amei a Cris e fiquei com vontade de ler a sua história, de tão intenso e cativante que é a forma como o quadrinho é escrito. 
Foto retirada de Arquivo Pessoal
A parte das ilustrações são maravilhosas, você realmente entra na história e fica fascinada a medida que as páginas vão avançando. Eu fiquei, inclusive, com um gostinho de quero mais. 

Então, gente, se vocês não leram essa hq, a indico de olhos fechados! 
Vem conhecer a história da garota, no tempo em que ela estava morta! Vocês não irão se arrepender. 



Título: Sobre o tempo em que estive morta
AutorDaniel Esteves, Sueli Mendes, Pedro Okuyama, Wanderson de Souza. 
Editora: Zapata Edições
Páginas: 112
Sinopse: Cris, uma escritora em crise, volta para sua cidade natal, depois de muitos anos fora.
Precisa resolver problemas do passado, para desbloquear a escrita, porém as pessoas não a reconhecem.
A partir de estranhas descobertas ela precisará provar sua existência, em meio ao reencontro com uma vida que abandonou há muito tempo.

7 de janeiro de 2020

{Resenha} Silvestre

Hoje a resenha é sobre a Graphic Novel "Silvestre" de Wagner Willian.
Foto retirada de Arquivo Pessoal
Quando a caveirinha anunciou esse lançamento, eu fiquei eufórica! O Wagner é um talentoso quadrinista e ter um livro seu feito pela melhor editora de terror, não poderia ter sido um presente duplo: para ele e para nós, meros fãs e leitores. 

E a floresta está viva, com suas criaturas, suas lendas, suas árvores e toda a sua energia, que emana nos seres que a habitam e nas pessoas que passam por ela. E um cheiro, um cheiro agradável e levemente palatável toma forma e invade a floresta. O velho caçador, que não quer guerra com ninguém, não tem ideia do que lhe espera pelo simples fato de ter preparado uma torta. 

Esse cheiro traz animais, visitantes de outros lugares e humanos, somente para saborear e apreciar aquela torta. 

E como não ficar chocada com as ilustrações? Gente, sério, eu fui lendo e o cheiro tomou conta da minha narina, fiquei absorta naquela sensação que tomou conta dos seres da floresta. E conforme a gente se aproxima do fim, há uma tensão, de como os seres vão reagir se não der para todo mundo e como o velho caçador vai fazer para conseguir alimentar a todos que foram visitá-lo. 
Foto retirada de Arquivo Pessoal
A medida que a história avança, nós vamos ficando mais apreensivos, porque o final pode ser um pouco atormentador. Os seres que habitam e rondam a casa do velho faz com que fiquemos apreensivos, pois a violência é utilizada com um único objetivo: conseguir um pedaço de torta. E aí que conseguimos entender também o que é o instinto de sobrevivência, dentro de uma sociedade. E não é muito diferente na cadeia animal, certo? 

Por isso o quadrinho é tão bom. O Wagner traz através das páginas esses questionamentos e o desfecho é bem, bem surpreendente. 
Então, não se assustem no meio, perseverem porque o negócio como a ficar tão bom que quando você vê, já está quase no fim e nem se deu conta. 

E como não falar dessa edição maravilhosa, também? O quadrinho está em capa dura e as ilustrações dão uma sensação de que você está no local, pelo fato de serem cores bem vivas. Então, não tem como não babar na edição também. 
Foto retirada de Arquivo Pessoal - Autografado
Se você gosta de quadrinho, vem ler Silvestre, você não vai se arrepender. Agora se não leu nada do autor, assim como eu, vem sem medo, você não vai querer largar, de tão bom que é. 
Eu indico a leitura de olhos bem abertos, porque fechados, você pode ser surpreendido por algum ser de outro mundo, vai saber. 

Vem embarcar nesse aroma que fará você nem dormir, só para querer sentir o gostinho no final. 

*Livro cedido em parceria com a Editora.

Onde Comprar: Loja Oficial da DarkSide Books
Título: Silvestre
Autor: Wagner Willian
Editora: DarkSide Books
Páginas: 192
Sinopse: Em 1845 o escritor norte-americano Henry David Thoreau retirou-se para a floresta, onde ergueu, com as próprias mãos, sua nova casa e a mobília, com o intuito de viver com o mínimo necessário e em total contato com a natureza. O que o moveu foi a necessidade de procurar entender as mudanças pela qual a sociedade da época passava, bem como investigar as necessidades essenciais da vida.
Não se isolou, porém, da sociedade. Recebia visitas enquanto passava dois anos em contato absoluto com a natureza e seus livros, refletindo sobre a liberdade e a existência, que começava a assumir um ritmo acelerado nas cidades com a industrialização e urbanização crescentes. O resultado desta experiência social e espiritual a partir da autossuficiência tornou-se público com Walden, ou A Vida nos Bosques, manifesto poético que o autor publicou em 1854.
Em 2019, Wagner Willian, premiado autor de obras magistrais como Bulldogma, Martírio de Joana Dark Side e O Maestro, o Cuco e a Lenda deixou a casa de Thoreau com novas considerações. Entrando para o time de grandes autores da DarkSide® Books, o quadrinista brasileiro entrega aos leitores uma obra de arte imersiva e reflexiva, ao mesmo tempo orgânica e visceral.
Em Silvestre, acompanhamos a jornada de um velho caçador que atravessa e dialoga com lendas sobre divindades extintas, mergulhando na relação entre o homem e a natureza, e o respeito sobre o que a terra pode nos dar e o que somos capazes de oferecer. No isolamento de sua cabana, ele assa uma torta. Seu aroma cruza a memória, as paredes, a floresta, atraindo animais silvestres e criaturas fantásticas em um grande resgate ao convívio humano, digno de uma celebração selvagem e ritualística
“Quando voltei a seguir este raro animal, a maneira como o concebia havia mudado, o mundo a minha volta também. Foi preciso encarar sua narrativa como um caderno de viagens ou sketchbook para gravar seu rastro e a animalidade em volta sem perdê-los de vista, usando do lápis, do nanquim, do óleo, do óxido de ferro, o diabo que fosse, para tentar compreender sua forma”, explica Willian.
Silvestre, lançamento da DarkSide® Books em seu selo DarkSide® Graphic Novel — inteiramente dedicado ao melhor da arte sequencial —, chega para os leitores em dezembro com quase duzentas páginas em capa dura, luva e aquele acabamento especial que os amantes da nona arte já conhecem e admiram.
A DarkSide® Graphic Novel é uma expansão do universo fantástico e sombrio da editora, lar de Danilo Beyruth, autor de Samurai Shirô, Wesley Rodrigues, criador de Imaginário Coletivo, Pablo Auladell, Dave McKean, Loputyn, Emily Carroll, Charles Burns, entre outros. Se você é apaixonado por histórias em quadrinhos, prepare-se para se surpreender novamente — quem aposta no escuro com a DarkSide® costuma virar fã.

4 de janeiro de 2020

{Resenha} Persepólis

Hoje a resenha é sobre a graphic novel "Persepólis" de Marjane Satrapi.

Foto retirada de Arquivo Pessoal
Essa é uma HQ que eu sempre quis ler, pela história e trajetória da autora. Ela é biográfica e o relato da Marjane nos faz ficar meio chocados.

Marjane nasceu em uma família que não aceitava muita coisa, eles eram bem politizados e ensinaram sua filha a lutar desde cedo. Aos dez anos ela se viu obrigada a usar o véu e odiou aquilo. Além disso, a classe seria só de meninas e isso fez com que ela ficasse chateada pelos seus amigos. Tanto o pai quanto a mãe de Marjane sentavam com ela e explicavam tudo o que estava acontecendo, deixando a menina ao mesmo tempo curiosa e mais crítica nos lugares aos quais frequentava.

Marjane teve que crescer cedo demais, e muitas coisas a colocavam em perigo, então, os seus pais temendo que ela fosse presa ou torturada, pela revolução que tomou conta do Irã, com quatorze anos ela foi morar na Áustria. Ela encontrou muitas barreiras, principalmente porque ainda era muito imatura. Estudou, aprimorou a língua, mas a nossa Marjane era ainda uma criança e penou bastante na Europa. Começou a namorar e por se sentir muito carente, acabou depositando toda a felicidade, tristeza, carência e frustrações nessa relação e isso fez com que ela voltasse, com uma mão na frente e outra atrás para o seu país. 

Quando ela voltou para o Irã, estava lutando contra a depressão. Não conseguia encarar os pais, acreditava que tinha falhado na missão de morar na Europa sozinha, porém Marjane tinha apenas quatorze anos e teve que se virar, inclusive com a língua. Ao voltar, se deparou com um Irã ainda em guerra e decidiu que ia dar a volta por cima. 

Voltou a estudar, começou a namorar novamente e chegou até a casar. Os pais sempre acreditaram que a nossa protagonista era um espírito livre e que se prender ao casamento era novidade e que ela não iria aguentar, e eles estavam certos. Marjane fez faculdade de Belas Artes e decidiu dar a volta por cima. Decidiu que iria se separar e voltar para a Europa, para estudar. E aos vinte quatro anos ela foi embora, decidida de que agora seria para sempre. 

Foto retirada de Arquivo Pessoal
Confesso que quando terminei de ler, me deu uma sensação de vazio. Marjane teve muita sorte, de ter pais tão amorosos e politizados, que não baixavam a cabeça para nada e encorajavam a filha na luta pela liberdade de expressão e de escolha. E quando essa liberdade estava ameaçada eles tiveram a coragem de mandá-la embora, sozinha. Eles foram muito corajosos, porque acho que eu não teria. 

Marjane sofreu bastante na Europa, ela era uma menina, em um país que não tinha muitas restrições, drogas e sexo a vontade, mas ela não teve a oportunidade de conversar com os pais sobre isso, por isso ela quase se deu muito mal. A depressão a pegou, e eu entendo, porque além de estar em um local diferente, ela era vista com um ser de outro planeta. A cultura é muito diferente, a comida e até os feriados, ela se sentia muito solitária e não era para menos, caraca a menina era uma criança. 

A guerra Irã-Iraque deixou muitas marcas na sociedade, a Marjane mesmo perdeu muitos amigos e familiares, foram anos difíceis, mas ela conseguiu dar a volta por cima e trouxe essa preciosidade de HQ para nos emocionarmos e encorajarmos a fazer o que a gente sempre deseja. Por isso, não tem como não amar essa história e a trajetória da Marjane.

Eu amei a leitura, amei vivenciar um pouco da vida da nossa Persépolis. Agora, vocês estão esperando o que para ler essa preciosidade. 

Vem embarcar numa história de véus, guerras e liberdade de expressão. 


Onde Comprar: Amazon
Título: Persépolis
Autor: Marjane Satrapi
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 352
SinopseMarjane Satrapi tinha apenas 10 anos quando viu-se obrigada a usar o véu islâmico, numa sala de aula só de meninas. Nascida numa família moderna e politizada, em 1979, ela assistiu ao início da revolução que lançou o Irã nas trevas do regime xiita, apenas mais um capítulo nos muitos séculos de opressão dos persas. 25 anos depois, com os olhos da menina que foi e a consciência política à flor da pele da adulta em que transformou-se, Marjane, emocionou leitores de todo o mundo com sua autobiografia nos quadrinhos, que só na França vendeu mais de 400 mil exemplares. Em Persépolis, o popular encontra o épico, o oriente toca o ocidente, o humor infiltra-se no drama, e o Irã parece muito mais próximo do que poderíamos suspeitar.

2 de janeiro de 2020

{Resenha} P.S.: Ainda amo você

Hoje a resenha é sobre o livro "P.S.: Ainda amo você" de Jenny Han.
Foto retirada de Arquivo Pessoal
Segundo da trilogia que conquistou a coração de várias pessoas, Lara Jean vem tentar dar um rumo para o relacionamento de "mentira" com Peter Kavinsky  que culminou com seu fim, como acabou o primeiro livro.

Confesso que esse livro é bem mais interessante e envolvente do que o primeiro. Não sei se gostei mais porque a nossa protagonista está um pouco mais confiante e menos chatinha, mas a questão é que há um desenrolar na história que faz você querer saber como irá terminar. E isso me motivou a lê-lo super rápido.

Lara Jean e Peter de fato começam a namorar, de verdade, mas um vídeo dos dois, acaba colocando algumas coisas da relação em xeque e eles terão que ser muito fortes para conseguir dominar esses eventos externos. Por outro lado, Lara Jean fortalece mais a relação dela com as irmãs, e a Kitty acaba sendo sua aliada em vários momentos, até quando elas tentam achar uma namorada para o pai.

Genevieve não vai deixar barato o fato de ter sido trocada pela sem sal da Lara Jean e esse triângulo amoroso acaba sendo a parte mais chatinha e um pouco desgastante do livro.

Um personagem que veio para dar uma balançada no casal é John McClaren. Um ex-aluno e colega da Lara, que veio para deixar a história um pouco mais animada e movimentada.
Foto retirada de Arquivo Pessoal
Eu achei que nesse livro a nossa personagem principal está um pouco mais ativa, mas ela é bastante insegura e tem momentos que dá vontade de socá-la, porém eu ainda gosto bastante da Lara Jean, acho ela uma típica adolescente que adorava ficar em casa, mas que está namorando o cara mais badalado da escola e tem que lidar com essa fama que acaba respingando nela, obviamente.

Por outro lado, eu acho também que em muitos momentos ela é aquela típica menina mimada e isso me irrita um pouco também . Entretanto, achei que a Lara evoluiu bastante do primeiro para esse livro.

E o final, minha nossa senhora dos leitores viciados. Confesso que queria um outro final, mas acredito que o terceiro livro possa me surpreender (assim espero). De todo modo, gostei bastante da leitura, eu precisava de um romance mais tranquilo para terminar o ano. Fiquei bem satisfeita. E ansiosa para ler o último da saga da Lara Jean, que no fundo, só quer ser feliz.

Vem embarcar nesse livro que vai fazer seu coração bater mais forte.

Onde Comprar: Amazon
Título: P.S.: Ainda amo você
Autor: Jenny Han
Editora: Intrínseca
Páginas: 304
SinopseLara Jean sempre teve uma vida amorosa muito movimentada, pelo menos na cabeça dela. Para cada garoto por quem se apaixonou e desapaixonou platonicamente, ela escreveu uma bela carta de despedida. Cartas muito dela, muito pessoais, que de repente e sem explicação foram parar nas mãos dos destinatários.
Em "Para todos os garotos que já amei", Lara Jean não fazia ideia de como sair dessa enrascada, muito menos sabia que o namoro de mentirinha com Peter Kavinsky, inventado apenas para fugir do total constrangimento, se transformaria em algo mais. Agora, em "P.S.: Ainda amo você", Lara Jean tem que aprender como é estar em um relacionamento que, pela primeira vez, não é de faz de conta. E quando ela parece estar conseguindo, um garoto do passado cai de paraquedas bem no meio de tudo, e os sentimentos de Lara por ele também retornam.
Uma história delicada e comovente que vai mostrar que se apaixonar é a parte fácil: emocionante mesmo é o que vem depois.




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