30 de setembro de 2021

{Resenha} Teoricamente Princesa

 Hoje a resenha é sobre o livro "Teoricamente Princesa" de Alyssa Cole. 

Foto retirada de Arquivo Pessoal


Eu  demorei bastante para ler esse livro e realmente não sei o porquê. Nessa história divertida, vamos conhecer Naledi Smith, uma epidemiologista que se desdobra entre sua pós-graduação e os empregos de garçonete para conseguir se manter vivendo em Nova York. 

Só que Naledi, acaba ficando sem paciência quando começa a receber e-mails falando que ela está noiva de um Príncipe. É isso mesmo, minha gente, só que Naledi já tem a sua vida toda planejada no país que ela escolheu para viver e acaba esquecendo a história. 

Em um momento inusitado, Naledi conhece Jamal, um homem forte, alto e muito sexy, e descobre que ele é seu vizinho (que grande coincidência). Só que mal sabe a nossa protagonista que o Jamal é o seu Príncipe, que vai para Nova York tentar fugir das responsabilidades do seu reino. Ele tenta viver uma vida paralela, só que mal sabe ele que as coisas podem dar uma virada de 360 graus. 

Naledi começa a se envolver com Thabiso e as emoções começam a se aflorar de um jeito que ela acha que perderá a cabeça rapidinho. Só que mal sabe ela que o Príncipe e Jamal são a mesma pessoa e aí a confusão está armada.  

Foto retirada de Arquivo Pessoal

Eu só posso dizer que fazia tempo que não lia um romance contemporâneo divertido, irreverente e romântico. Naledi é aquela protagonista super para frente, extrovertida, sem papas na língua e só quer ser feliz a sua maneira. 

O livro tem uma escrita leve e fluida, uma história que fará você se emocionar e ficar com raiva, e ao mesmo tempo querer abraçar os dois protagonistas. O coração ficará quentinho. Vocês não irão se arrepender. Então, estão esperando o que para conhecer essa história? Vem ler. 

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Título: Teoricamente Princesa
Autor: Alyssa Cole
Editora: Essência
Páginas: 390

Sinopse: Da aclamada autora Alyssa Cole, a história de uma Cinderela da cidade grande e seu príncipe encantado disfarçado de plebeu. “Alyssa Cole é a rainha recém-coroada do romance de realeza contemporâneo! Teoricamente princesa é uma diversão deliciosa... Uma heroína inteligente e engraçada, um príncipe doce e sexy, um romance de tirar o fôlego, e um épico feliz para sempre. Vida longa à rainha!” – MEG CABOT, AUTORA DE O DIÁRIO DA PRINCESA Dividida entre a pós-graduação e os vários empregos, Naledi Smith não tem tempo para contos de fadas... Ou paciência para os e-mails constantes alegando que ela está noiva de um príncipe africano. Certo. Ok. Excluir! Filha adotiva, ela aprendeu que as únicas coisas em que pode confiar são ela mesma e o método científico, e um e-mail idiota não a convencerá do contrário. O príncipe Thabiso é o único herdeiro do trono de Thesolo, concentrando as expectativas de seus pais e seu povo. Seu casamento está no topo da lista de prioridades do reino. Sempre obediente, ele localiza sua noiva desaparecida. Quando Naledi confunde o príncipe com um plebeu qualquer, Thabiso não resiste à chance de experimentar a vida – e o amor – sem o peso de sua coroa. A química entre eles é instantânea e irresistível, e a amizade sedutora rapidamente se transforma em noites apaixonadas. Mas quando a verdade é revelada, uma suposta princesa pode se tornar uma princesa para sempre? “No mundo de Cole, realeza e romance andam de mãos dadas com compaixão e inteligência, além de olhos abertos para a dinâmica do mundo real. Teoricamente princesa é um conto de fadas, sim, mas consistentemente fundamentado na realidade, o que torna o feliz para sempre mais gratificante.” – ENTERTAINMENT WEEKLY

28 de setembro de 2021

{Resenha} Cartas para minha avó

Hoje a resenha é sobre o livro "Cartas para minha avó" de Djamila Ribeiro. 

Foto retirada de Arquivo Pessoal

Não tem como não ler esse livro e não pensar no quão difícil foi a infância de uma mulher negra, em um bairro de classe média. Uma única família negra, dentre todas as outras brancas. Não tem como não ficar emotiva, sentida, feliz, empática pela autora. 

E assim, como todos esse sentimentos eu terminei esse livro. O coração quentinho de saber que Djamila conseguiu mudar a chave de sua geração, e se tornou uma autora de sucesso, uma pesquisadora e professora impecável. 

Foto retirada de Arquivo Pessoal

Em cartas para sua avó, Dona Antônia, Djamila traz seus medos, seus anseios, desde a infância na cidade de Santos, a vida com uma mãe que era dona de casa e um pai estivador. Confesso que tive que procurar o que era um estivador porque eu não sabia. 

A mãe da autora era rígida, vivia brigando com seus irmãos para estudar, dar valor ao que eles tinham e acabou se tornando uma mulher mais amarga. Djamila vê uma força na mãe, que ela tinha que ter, para conseguir lidar com as traições do seu pai e o fato de não ter estudado para sair daquela situação. 

As cartas são escritas como se fossem diários, e o que nós conseguimos identificar o quanto Djamila teve que lutar para se tornar a mulher que é hoje. Uma luta da maioria das mulheres negras, que tem que mostrar muito mais seu valor do que uma mulher branca. E isso, a gente consegue identificar na sua narrativa, pelas cartas. 

Foto retirada de Arquivo Pessoal

É tão bonito ver a relação que a avó tinha com a religião de matriz africana e que passa para Dona Erani e consequentemente para Djamila. 

Eu fiquei bem tocada com as cartas e com a narrativa da autora. Conseguimos identificar os momentos de racismo, as lutas, a gestação não tão desejada, o casamento de sua mãe e futuramente o seu e os desdobramentos de uma mulher que tenta viver em uma cidade grande como São Paulo. 

Eu confesso que amei a leitura e a indico para todos! Uma narrativa singela e apaixonante que fará você se perguntar e questionar muitas coisa. Obrigada Djamila, acredito que a vó Antonia está vibrando e com o coração alegre por essa lindeza de livro. 

*Livro cedido em parceria com a Editora. 

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Título: Cartas para minha avó
Autor: Djamila Ribeiro
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 200

Sinopse: Um relato memorialístico pungente e sensível sobre ancestralidade, feminismo e antirracismo na criação de filhos.
No mais pessoal e delicado de seus livros, a filósofa Djamila Ribeiro revisita sua infância e adolescência para discutir temas como ancestralidade negra e os desafios de criar filhos numa sociedade racista. O relato se dá na forma de cartas a sua saudosa avó Antônia – carinhosa e amorosa, conhecedora de ervas curativas e benzedeira muito requisitada.
A cumplicidade que sempre houve entre avó e neta é o que permite que a autora rememore episódios difíceis, como a perda do pai e da mãe, as agressões que sofreu como mulher negra no Brasil e os desafios para integrar a vida acadêmica. Djamila também fala de relacionamentos amorosos e experiências profissionais, das músicas, das leituras e das amizades que a acompanharam em sua construção pessoal – e da percepção paulatina de que a memória das lutas e das conquistas das pessoas negras que vieram antes de nós é a força que nos permite seguir adiante.


19 de setembro de 2021

{Resenha} Maria do Rosário

Hoje a resenha é sobre o livro "Maria do Rosário" de Thiago Trindade. 

Foto retirada de Arquivo Pessoal

Eu estava com esse livro há um tempo para leitura. O livro vai contar a história de Kuetami, que era princesa no seu vilarejo em África, mas foi capturada, junto com a sua família e jogada em um navio, após sofrer vários tipos de violência, chegou a ver a morte de perto, e após uma longa viagem desembarcou no Porto, no Nordeste do Brasil. 

Kuetami não falava a língua e foi vendida para um senhor de engenho, dono da fazenda de Santa Maria. A menina era muito nova, quando chegou na fazenda. Após todos os seus parentes partirem, Kuetami ou Maria Luiza como foi conhecida, após o batismo pelo padre da região, ficou sem saber o que fazer, até que foi "adotada" por uma filha de indigenas e uma negra que também veio do alto mar. 

Foto retirada de Arquivo Pessoal

Maria Luiza se apegou em sua fé para continuar vivendo e foi muito bonito o desenrolar dessa fé. A escrava era estuprada e abusada de diversas formas, mas ela não se abatia, continuava confiando que as coisas iriam melhorar. O padre tentou abusá-la de inicio, mas ao perceber que aquela mulher era espitualista, começou a se dar conta que ela poderia ajudá-lo. E foi o que ela fez. Ajudava os outros escravos que estavam feridos, pelo trabalho árduo no campo ou pelo tronco. 

A moça ficou conhecida como Maria do Rosário e se apegou a sua fé. Ajudou muita gente e sofreu bastante. Maria se apaixonou por um líder fugido de um Quilombola. Ela entendia que aquele escravo era seu amor e sua maldição. Houve muita dor e muita morte, mas ela resistiu. 

Foto retirada de Arquivo Pessoal

Uma história de fé, de resiliência e amor ao próximo. A leitura nos proporciona diversas emoções. É doído e ao mesmo tempo, uma oração. A nossa protagonista não tinha nada, saiu de sua terra natal forçada, veio para ser escrava, nem sabia o que era isso e apesar das lágrimas derramadas, nunca se deixou vencer pela tristeza e é por isso que a leitura, ao final dela, traz um quentinho no coração. 

Eu indico o livro! Venham embarcar nessa história e se emocionar. 

*Livro cedido em parceria com a Editora. 

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Título: Maria do Rosário
Autor: Thiago Trindade
Editora: Vida e Consciência
Páginas: 191

Sinopse: Maria do Rosário, a protagonista, é uma escrava de beleza singular, que transformou a fazenda Santa Maria, uma terra de lágrimas, estéril de bons sentimentos e seca de compaixão, em um campo de resiliência e fé. Neste romance repleto de ensinamentos do Cristo, você entenderá que a vida — ainda que árdua sob nossa ótica limitada — nos traz preciosas lições de humildade, transformando, ao longo do nosso caminho, espinhos em flores.


 

8 de setembro de 2021

{Resenha} A trança

Hoje a resenha é sobre o livro "A trança" de Laetitia Colombani. 

Foto retirada de Arquivo Pessoal

Eu já estava doida para ler esse livro fazia um tempo. Tive a oportunidade de adquiri-lo e não me decepcionou em nada. 

O livro conta a história de três mulheres, cada qual com seus dramas, sua vivências, suas culturas e ao final dele vamos ver essas três personagens entrelaçadas, como uma trança mesmo. 

Smita é uma intocável, membro da casta mais inferior da Indía. E a única coisa que Smita quer é que sua filha estude, saiba ler e tenha um futuro diferente do seu e ela pagará um preço muito alto, para conseguir com que a filha tenha alguma chance na vida. Na Sicília, vamos conhecer Giulia, uma jovem que só quer seguir os passos do pai, e o auxiliar em seu ateliê. E por fim, no Canadá, temos Sarah, uma workaholic. Sarah tem três filhos e tenta equilibrar o casamento fracassado com a sua carreira exemplar de advogada e sócia em um dos escritórios de advocacia mais famoso do país. 

Foto retirada de Arquivo Pessoal
São três histórias diferentes, mas o sofrimento é sentido pelas três mulheres. Cada qual com o seu peso. Tendo que provar para o mundo e para a família que são capazes e que são melhores do que elas mesmas acreditam. 

Confesso que a história da Smita foi a que mais mexeu comigo e a que deixou a desejar em relação a sua conclusão. Smita é uma mulher sofrida, que pelo seu país nem a considera ser humano. É desumano, é sofrido e é revoltante. Sabemos que cada país tem sua cultura, mas após ler esse livro e vir como a mulher é tratada na Índia, não dá nem vontade de visitar esse país. 

Giulia é uma moça que tem uma família que a apoia, e após o pai sofrer um acidente, ela se vê responsável pelo negócio da família. E ela prova que é muito boa nisso. Além disso, Giulia desafiará a família ao se apaixonar por um indiano (essa foi a parte mais fofa), não tem como não shipar esse casal. 

Foto retirada de Arquivo Pessoal
Sarah é aquela mulher que sempre está bem, para os outros. Ela pode até estar sangrando internamente, mas nunca irá aparentar. E vai descobrir, da forma mais dolorosa, que em uma empresa, ela é só mais uma. Além disso, vamos constatar que Sarah não é uma máquina, como ela mesma acha que é. E após um drama muito pessoal, ela dará mais valor para sua família e a sua vida. E essa evolução da personagem é interessante de ler. 

Não tem como não se emocionar com a leitura. Essas três mulheres nos afloram sentimentos de revolta, de compaixão, de pena e de muito amor. E como eu falei, acho que a Smita não foi vingada da melhor forma, mas eu amei conhecer um pouquinho mais de cada uma. A escrita da autora é bem fluida e bem tranquila. Eu li super rápido e o indico de olhos fechados. 

Se você não leu ainda, tá esperando o que para ler? Vem logo conhecer a história dessas mulheres e se emocionar junto comigo. 

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Título:  A trança
Autor: Laetitia Colombani
Editora: Intrínseca
Páginas: 208    

Sinopse: Fenômeno de vendas internacional conta a história entrelaçada de três mulheres em continentes diferentes, mas com a mesma sede de liberdade
Smita é uma intocável, membro da casta mais inferior da Índia. Seu grande sonho é ver a filha escapar da condição miserável em que vivem e ter acesso à educação formal. Na Sicília, Giulia trabalha como ajudante na oficina do pai. Mas, quando ele sofre um acidente e ela precisa assumir o comando, logo percebe que o negócio está à beira da ruína.
No Canadá, Sarah é uma advogada renomada. Quando está prestes a ser promovida a chefe no escritório em que trabalha, descobre estar gravemente doente.
Sem saber que estão conectadas por suas questões mais íntimas, Smita, Giulia e Sarah recusam o destino que lhes está reservado e decidem lutar contra ele. Vibrantes, suas histórias remontam a uma imensa gama de emoções muito familiares e que, por isso, tecem uma trama que fala sobre dois aspectos essenciais de nossas vidas: esperança e solidariedade.

4 de setembro de 2021

{Resenha} Para sempre vou te amar

Hoje a resenha é sobre o livro "Para sempre vou te amar" de Catherine Ryan Hyde.  

Foto retirada de Arquivo Pessoal

Eu não sei nem como começar essa resenha, pois esse livro fala sobre tantas coisas, e é tão lindo que não tem como não se emocionar. 

Vamos conhecer a história de Angie, uma adolescente de 14 anos que vive em casas provisórias, pois mora com a sua irmã, Sophie que tem transtorno do espectro autista e sua mãe, que tenta equilibrar os pratos entre trabalho e cuidados com a filha mais nova. 

Nesse processo de cuidar, Angie se torna uma "mãe" também para sua irmã, entendendo que ela requer cuidados maiores que a mãe, trabalhando fora, não tem como fornecer. 

A família está morando na casa de uma tia de Angie, e algo inusitado acontece. Sophie se conecta com o dogue Alemão do vizinho e as coisas começam a ficar difíceis quando a menina não entende porque o cachorro tem que entrar para casa. Angie tenta conversar com o vizinho, Paul Inverness, um homem idoso que não vê a hora de aposentar e ir para as montanhas. 

E aí, vamos ter uma conexão inusitada. Rigby, a dog alemã que se conecta com Sophie e Angie que vira amiga de Paul e tenta a todo custo manter a irmã calma o suficiente para que elas não percam mais as moradias, só que como na vida é muito fácil para Angie, o seu vizinho vai embora e leva com ele sua cachorra. E aí, minha gente, a vida dessas três dá uma mexida significante. 

Após serem expulsas da casa da tia, após o vizinho ir embora levando a cachorra, a família decide segui-lo. E é nesse momento que começamos a entender o quão difícil é lidar com uma criança com um transtorno grave, que grita por horas a fio, até perder a voz, e que não tem contato com o mundo externo, até conhecer a Rigby.

A Angie tem um papel de mãe, uma adolescente que vive medindo suas palavras com a mãe, se vê a mais adulta da casa e sempre está tentando manter o bem estar da família, mesmo que tenha que sacrificar os seus desejos pelas as duas. 

Paul é um homem curioso. Não tem amigos, detesta seu trabalho e não vê a hora de aposentar. Ao mesmo tempo, é um homem série, um bom amigo e no momento que Angie mais precisar, Paul estará ali para estender sua mão. Essa amizade é bem bonita de acompanhar e a evolução social do personagem também. 

Eu não tenho nem o que falar dessa leitura. Uma leitura que mexerá com seus sentimentos, que fará você repensar sobre seus preconceitos. Uma mensagem de amor, dedicação, superação, além de pautas importantes como abordar uma criança com transtorno de espectro autista e representatividade LGBTQIA+.

A maneira como a Angie lida com as adversidades, sendo uma adolescente tão adulta para a sua idade e cheia de medos de que as coisas não deêm certo, é de partir o coração. É nesse momento que a gente se colocar na posição da adolescente que tenta ajudar a família, mesmo esse não sendo o seu papel. E de uma mãe, que se vê sozinha com as duas filhas, tentando trabalhar para colocar a comida na mesa e não deixar as três sem teto. 

Um livro que fará você se emocionar com a conexão da cachorra, que é sensível a Sophie. E de um dono não tão sensível assim, mas que entenderá que sua Rigby é muito importante para a evolução da criança. 

Eu só posso dizer que não tem como não amar essa leitura. A edição da DarkSide está a coisa mais linda e você terá ao final da leitura, seu coração aquecida, com essa mensagem importantíssima de amor, companheirismo e acima de tudo amadurecimento de todos os personagens. Só vem! Leiam essa preciosidade, vocês não irão se arrepender. 

*Livro cedido em parceira com a Editora. 

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Título: Para sempre vou te amar
Autor: Catherine Ryan Hyde
Editora: DarkSide Books
Páginas: 400 

Sinopse: A adolescente Angie e sua mãe vivem em residências provisórias. O problema é a irmãzinha dela, Sophie, que tem um transtorno de espectro autista e costuma gritar por horas a fio. Não importa onde morem, as três nunca ficam muito tempo no mesmo endereço. Até que, ao se mudarem para a casa da tia, as duas irmãs descobrem que são vizinhas de um dogue alemão. Sophie se conecta profundamente com o animal, os gritos dão lugar a um silêncio cúmplice. Todo mundo volta a respirar com tranquilidade. Até que Paul Inverness, o carrancudo e recluso tutor do cachorro, vai embora para as montanhas. Após serem postas para fora da casa da tia, a família parte atrás de Paul e seu cachorro. Movida pelo carinho que tem pelo animal, Angie cria coragem para tecer novas rotas de esperança e, apesar dos cinquenta anos de diferença entre eles, desenvolve uma amizade profunda com Paul. Ela consegue conversar com ele sobre seus anseios e temores, e sobre a descoberta de sua afetividade, ao se apaixonar por outra garota. Paul confia a Angie seu maior segredo, seu único sonho. Entre confissões do passado e sonhos de futuro, a história dos amigos se entrelaça, alterando para sempre os rumos de suas vidas. Evocando a ternura de Em Algum Lugar nas Estrelas, de Clare Vanderpool e o lirismo de Só os Animais Salvam, de Ceridwen Dovey, Para Sempre Vou Te Amar é uma história sobre a busca humana por acolhimento e sobre como os animais que cruzam nossos caminhos muitas vezes costuram as tramas do nosso destino.



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