11 de março de 2019

{Resenha} Treze

Hoje a resenha é sobre o livro "Treze" de FML Pepper.


Eu posso confessar algo para vocês? 
Quando eu recebi esse livro para ler, não coloquei fé de que poderia gostar da leitura, foi uma leitura bem despretensiosa e quer saber o que achei? Leia a resenha até o fim!

Rebeca é aquele típico de mulher cética, bem objetiva e determinada nas coisas que quer fazer e nas vésperas de aplicar o maior golpe de sua vida, ela acaba cruzando com uma cartomante, em um parque de diversões caindo aos pedaços, que a diz coisas que no fim ela quase acredita. 

A única questão é que quando Rebeca vê sua vida virar de cabeça para baixo, acontecendo quase tudo o que a cartomante previu, ela espera o último fato. O rapaz que se diz seu décimo terceiro namorado irá salvar a sua e a fará uma pessoa melhor. Não que ela não seja uma mulher cuidadosa e atenciosa, especialmente com a sua melhor amiga Suzy e sua mãe. 

A história gira em torna de Rebeca e suas escolhas. Ela se vê dividida entre dois rapazes que acabam chamando a sua atenção e que acredita que um deles será seu décimo terceiro namorado. 

Rebeca é uma mulher que evolui e cresce muito ao longo da história. E o que falar dos dois homens que acabam encantando o coração da nossa protagonista? Um era uma estrela do MMA e por uma fatalidade acaba se pegando em conflito com a sua existência. O outro é o Eric, um homem que fará de tudo para conquistar e ter o amor de Rebeca. 

E agora, quem será o número treze? Como a Rebeca irá lidar com essa situação, será que o que aquela cartomante falou realmente irá mudar a sua vida?

A Pepper nos traz uma história um tanto clichê, mas sabe aquele clichê que traz um quentinho para o  seu coração? É esse livro. 

A leitura é fluida e ao mesmo tempo rápida, pois você se envolve tanto com os personagens que acaba querendo entrar dentro do livro para resolver todos os seus problemas. O ceticismo da Rebeca no início chega até dar uma aflição, ela acaba passando por algumas situações de crescimento e empoderamento até para saber escolher ao final. 

É um livro que retrata bem sobre o amor, a esperança, as crenças e a fé e o quanto isso pode impactar no seu futuro e nas suas escolhas. 

Eu só tenho é que indicar o livro de olhos fechados, porque ele é simplesmente MARAVILHOSO! 
Vem logo ler. 

*E-book cedido pela autora.

Título: Treze
Autor: FML Pepper
Editora: Galera Record
Páginas: 406
Sinopse: “TREZE, o romance repleto de ação e de reviravoltas onde por detrás dos mistérios de um número encontra-se o verdadeiro amor”.Às vésperas de cometer o maior golpe de sua vida, a céticaRebeca vai a um parque de diversões decadente e se depara com uma enigmática cartomante que, contra a sua vontade, faz uma série de previsões bizarras sobre seu futuro. Para seu desespero, todas as nefastas previsões viriam a se concretizar e a arremessariam em um furacão de perdas e de derrotas. Quando sua vida chega ao fundo do poço, circunstâncias inesperadas lhe dão a chance de um recomeço e, querendo ou não, agora Rebeca não pode desprezar a última e mais perturbadora previsão da vidente: o número TREZE, ou melhor, o décimo terceiro namorado seria o homem que traria sua salvação. Longe dele, sua existência seria apenas caos e ruína. O que Rebeca jamais poderia imaginar, no entanto, é a que a cartomante camuflaria o predestinado atrás de charadas. Dois rapazes surgem em seu caminho e se encaixam perfeitamente nas pistas, mas apenas um deles será o grande amor da sua vida. É chegada a hora de decifrar o enigma do coração ou arriscar perder tudo para sempre.

8 de março de 2019

{Resenha} Inferior é o Car*lho

Hoje a resenha é sobre o livro "Inferior é o Car*alho" de Angela Saini.

Eu confesso que assim que esse livro saiu, fiquei extremamente empolgada, não só por se tratar de um tema bem atual e ainda assim, muitos não sabem o que falam e, também por se tratar de um livro da DarkSide. Aí sabemos, que o livro vem com aquela qualidade que a gente já espera.

A Angela separa o livro em oito grandes temas. e vai discorrendo sobre eles ao longo dos capítulos.

Falar sobre ciência, religião, sexualidade e direitos iguais era algo que não estava a nosso alcance e que Graças as forças da natureza, depois de muitas mulheres maravilhosas terem pagado até mesmo com a vida, estamos aqui dialogando sobre esses temas.

Esse livro nos abre um pouco a mente sobre como a mulher sempre foi tratada ao longo dos séculos e como ela ainda não é tão bem vinda assim em alguns cenários, entretanto estamos falando aqui sobre nós mesmas para tentarmos quebrar isso. Não é mesmo, coleguinha?
"Certamente acredito que as mulheres, conquanto, em geral, superiores aos homens [em] qualidades morais, são inferiores em termos intelectuais" 
Ciência não era algo em que a mulher poderia se enfiar, pois, primeiro, alguns cientistas achavam que nós éramos inferiores. Sim, isso mesmo, INFERIORES! E, para se ter certeza disso, muitos teriam que estudar as diferenças entre os dois sexos, porém o investimento para isso tornava a pesquisa caríssima, além de termos hormônios caóticos, e muitos optavam por estudar somente um cérebro e esse sempre calhava de ser o masculino que é 142 g mais pesado que o feminino.
"...Não eram sequer reconhecidas como cidadãs plenas. Foi apenas em 1882 que as mulheres casadas do Reino Unido tiveram reconhecido o direito de ter propriedades e de controlá-las. E, em 1887, apenas dois terços dos estados norte-americanos autorizavam que uma mulher casada ficasse com a própria remuneração."
Angela discorre sobre temas polêmicos no livro e quando o leitor começa lê, começa a vislumbrar tudo o que a mulher sofreu, desde que o mundo é mundo até hoje.

Uma das partes que mais me chocaram foi como a mulher ainda é vista em países do Oriente Médio e como essa cultura de abuso, violência e estupro ainda está longe de acabar, inclusive em se tratando de mutilação. Fiquei bem reflexiva e mal por tantas garotas ainda terem seu destino selado na infância. Isso mostra o quanto ainda somos irracionais e egoístas.

O livro é um artigo cientifíco, com todas as fontes para consulta. Entender o femininismo não é fácil, muitos podem dizer que é capricho nosso ou que somos fadadas ao coitadismo, mas são séculos tentando provar que sim, não somos só sentimento, não somos inferiores porque temos o cérebro menor em peso, não somos só um corpinho bonito. Somos parte de uma sociedade tentando provar a todo o tempo o nosso valor e através de livros como o da Angela, conseguimos entender que muitas mulheres deram a vida, literalmente, para isso!

Não é modinha! Não é querer ser igual ao homem ou competir. É entender que fazemos parte do processo de evolução da humanidade, que somos seres iguais aos homens no aspecto inteligência, temos nossas diferenças físicas, mas isso não impede de trabalharmos nas mesmas funções, dividir a conta, ter um cargo de chefia, ser Presidente da República ou ser do lar.
"São os fatos que nos darão o poder de transformar a sociedade para melhor, uma sociedade que trata a todos nós como iguais. Não só porque isso nos faz civilizados, mas porque, como já apontam as provas, isso nos faz humanos"
O livro é genial! Fiquei tão extasiada ao lê-lo que é difícil colocar em palavras tudo. Só peço que leiam e vamos debater sobre. O feminismo precisa disso! Eu e você também precisamos!

Venham ler!


Título: Inferior é o Car*lho
Autor: Angela Saini
Editora: DarkSide Books
Páginas: 320
Sinopse: Existem alguns “fatos” sobre as diferenças entre os sexos que nós crescemos sabendo. Homens são fortes, durões, mais inclinados à promiscuidade e melhores ao estacionar carros. Mulheres são mais sensíveis, menos intelectuais, não tão favoráveis ao sexo casual e são melhores cuidando da família. Certo? 
Errado.
Defendidas há séculos por evidências superficiais — e enraizadas em nossa sociedade sexista —, essas visões parecem naturais, imutáveis e até mesmo legítimas, chegando, inclusive, a se perpetuarem em nosso vocabulário. Porém, ao serem examinadas de perto, não se sustentam. Em Inferior é o Car*lhø, lançamento da linha Crânio da DarkSide® Books, a jornalista britânica Angela Saini convida você a esquecer tudo o que sabe sobre as diferenças entre os sexos e embarcar em uma jornada esclarecedora sobre as mentiras e meias-verdades que a ciência propagou ao longo dos últimos séculos. 
As primeiras páginas já surpreendem ao resgatar uma troca de cartas ocorrida na era vitoriana entre Caroline Kennard, destaque no movimento feminista em uma cidadezinha de Massachusetts, nos Estados Unidos, e o naturalista inglês Charles Darwin. “Certamente acredito que as mulheres, conquanto, em geral, superiores aos homens [em] qualidades morais, são inferiores em termos intelectuais, e parece-me ser muito difícil, a partir das leis da hereditariedade (se eu as compreendo de forma correta), que elas se tornem intelectualmente iguais ao homem”, escreveu o autor de A Origem das Espécies em uma negação de tudo pelo que o movimento de mulheres lutava à época — e segue lutando até hoje. A srta. Kennard não hesitou ao enviar uma resposta inflamada que dizia: “Deixe que o ‘ambiente’ das mulheres seja semelhante ao dos homens, e com as mesmas oportunidades, antes de julgá-las, com justiça, intelectualmente inferiores a eles, por favor”.
São pensamentos como o de Darwin que Angela Saini questiona em Inferior é o Car*lhø. Jogando luz sobre pesquisas controversas focadas nas diferenças entre os sexos — e não nas similaridades —, resultados de estudos tendenciosos que não incluíram a outra metade da população e até mesmo o machismo impregnado em laboratórios e universidades, ela investiga o mito de que homens e mulheres são fundamentalmente diferentes em sua biologia, mostrando como traçar essa linha nos afeta não apenas individualmente, mas também como sociedade.
Com diligência e uma linguagem objetiva, a jornalista apresenta em cada capítulo um recorte na história da ciência que difundiu o mito de que mulheres são inferiores, viajando o planeta para entrevistar cientistas, pesquisadores e especialistas e obter sempre os dois lados da história. A edição brasileira homenageia o trabalho da artista gráfica e ativista Barbara Kruger, e conta também com a introdução da professora de teoria literária e pesquisadora Heloisa Buarque de Hollanda, que publica em breve um livro sobre a quarta onda do movimento feminista.
Leitura indicada pelo jornal The Independent e pelo TED Talks, livro do ano do Physics World e destaque na categoria de ciência e tecnologia do Goodreads Choice Awards de 2017, Inferior é o Car*lhø integra a linha Crânio, que publica material minuciosamente selecionado para nos ajudar a questionar o estranho e admirável mundo em que vivemos. Uma obra poderosa que revela uma perspectiva alternativa para a ciência em que mulheres não são excluídas, mas fazem parte desta história — e, sobretudo, ajudam a escrevê-la. Um livro para mulheres e homens que buscam igualdade em nossa sociedade, pois, ou vamos juntos, ou não vamos a lugar nenhum.











18 de fevereiro de 2019

{Resenha} Angústia na cidade do caos

Hoje a resenha é sobre o livro "Angústia na cidade do caos - Crônicas de uma era indecente de Lennon Lima.


Eu recebi esse livro para resenhar em dois mil e dezoito em uma parceria com o autor e devido a correria do dia-a-dia consegui sentar para ler esse ano e ainda bem que fiz isso. 

A história do livro gira em torno de um coveiro, Sr. Sebastião e sua esposa Rosa, e Carlos. Um jovem desconhecido que foi encontrado por Sebastião no caminho de casa e resolveu ajudá-lo, visto que o jovem estava caído na rua e não se lembrava nem seu nome.

Levado pelo coveiro para sua humilde residência, o jovem percebeu que se tratava de uma comunidade assolada pelo medo e dominada por duas facções que lutavam pelo poder. JB e Francisco são irmãos de sangue e fariam qualquer coisa para ter o domínio total de Coronel Rodrigues, inclusive se precisassem se aliar a políticos e a milícia para conseguirem chegar no seu objetivo final que é o PODER.

Coronel Rodrigues virou uma comunidade com medo. O medo de não saber se voltará vivo de um dia de trabalho, de ter seu dedo cortado por uma divida de drogas. O medo de se fazer a justiça com as próprias mãos. A comunidade se tornou refém das facções e eles farão de tudo para conseguir dominar e governar essa terra que não é de mais ninguém. 

O autor começa contando a história e depois abre-se vários parenteses para entendermos o porquê do surgimento de alguns personagens. Confesso que fiquei um pouco confusa com esse vai e volta, mas no fim acabei me orientando e entendendo a razão dessa narração.

Em um certo momento, parece que Lennon está falando com o seu leitor e isso eu achei muito sensacional, umas das melhores partes, porque eu sempre me pego analisando aquela parte da leitura e ter uma página falando comigo, fez eu me sentir menos paranóica com as minhas elucubrações.

O livro nos leva a reflexões do momento atual em que vivemos com guerras, mortes, desesperança, assassinatos, violência de qualquer forma, preconceitos e até mesmo da fé. O povo é assolado pela falta de segurança e isso fica bem marcado no decorrer da leitura.


Carlos é um personagem extremamente misterioso e tudo ao seu redor se transforma, não vou falar o que acontece, mas pode ter certeza que você vai entender quando chegar ao fim da leitura. Só posso dizer que envolvem coisas sobrenaturais e adorei essa parte.

O livro terá continuação, então não fique chateado se você chegou até o fim sem respostas. Elas virão (assim espero).

O Lennon escreve de um jeito fluido, claro e  simples, não tem como não gostar do livro e da leitura.
Então, tá esperando o que para ler esse livro e embarcar na cidade do caos? Vemmmm.


Título: Angústia na cidade do caos - Crônicas de uma era indecente
Autor: Lennon Lima
Editora: Multifoco
Páginas: 348
Sinopse: E a Angústia veio a cair na Cidade do Caos. Revestida de carne humana e trajes civis. A carne, caucasiana. Os trajes, masculinos. O semblante? Banal.
Estirada no capinal costeiro a um cemitério clandestino, é descoberta pelo coveiro de uma comunidade miserável assolada pelo poder paralelo. Ferida, mas não ensanguentada. Confusa, mas sã. Preocupada, mas determinada…
Sem recursos, sem identidade, sem passado.
Acolhida na casa do jardim de cadáveres, inicia busca para desvendar os mistérios que envolvem o seu passado e a causa de se encontrar em ambiente tão árido – e perverso. Conforme testemunha fenômenos perturbadores ao interagir com os habitantes da favela, descobre-se em uma jornada que excede os limites do consenso de realidade, que desafiará a sua aptidão de permanecer imune aos silvos ardilosos da loucura…


9 de fevereiro de 2019

{Fique Ligado} "YOU"

Olá pessoal,

Vamos falar um pouquinho de Stalker? A palavra vem do inglês e significa perseguidor. Imaginem alguém que começa a te acompanhar, seja nas redes sociais ou até mesmo pessoalmente, podemos dizer que a pessoa é stalker.  

Com o lançamento da série "YOU" pela Netflix isso ficou mais evidente e mais falado. 


O que eu estou tentando dizer com isso? 
Você assistiu a primeira temporada da série e adorou? Eu assisti também e posso dizer que fiquei esperando sempre o que iria acontecer no próximo episódio. 

Você achou o Joe Goldberg (Penn Badgley) fofo e até nem se importou pelo fato dele ficar perseguindo a Guinevere Beck (Elizabeth Lail)? Eu posso dizer o que achei mais para frente. 

Você se achou um stalker também?



Todas essas perguntas eu me fiz e posso dizer que o que senti foi pavor! Sim, eu achei a série boa e apesar de ter vindo do livro de Caroline Kepnes, de mesmo nome, falo para vocês que não tenho estômago para ler, porque assistir já me deixou um tanto quanto conturbada. 

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Beck é uma estudante de Letras e aspirante a escritora, que estuda e trabalha para tentar chegar ao seu sonho de ser uma escritora reconhecida. Joe é um gerente de uma livraria que fica obcecado por Beck, assim que ela entra na livraria. Ele começa a pesquisar sobre a sua vida na internet e nas redes sociais e a partir daí podemos entender melhor até que ponto é amor e obsessão. 

Eu fui ler muitas críticas e ouvi opiniões de amigos, o fato de romantizarem o Joe me deixou bem apavorada. Ele é um clássico psicopata, que te seduz, é sensível, manipulador e apaixonante. Sim! Apaixonante, não tem como não se sentir atraída ou apaixonada por ele e foi o que aconteceu com a Beck. 

Não romantizem o Joe, por mais apaixonante que seja. Ele é um doente, tem sérios problemas que vivenciou na adolescência e na fase adulta e isso reverbera no modo como ele vive, sempre Sozinho!

A Bech é uma protagonista que no início não sabemos o que ela quer, mas depois ela acaba se apaixonando e quando descobre quem Joe realmente é, fica apavorada, porém já é tarde demais para não se envolver. 


A história em si é de um casal apaixonado, mas é muito mais grave do que podemos imaginar.
Então, se observe, veja se você está agindo como um perseguidor, lendo e-mails, desbloqueando tela de celular, tirando foto no qual não teve permissão ou até mesmo seguindo alguém. Procure ajuda! E para quem viu a série e gostou, tudo bem gostar, mas não podemos deixar de frisar que o Joe tem problemas e não é nada romântico o que ele faz. 




31 de janeiro de 2019

{Resenha} Para todos os garotos que já amei

Hoje a resenha é sobre o livro “Para todos os garotos que já amei” de Jenny Han.


Quando eu vi a capa desse livro achei bonitinho mas não me apaixonei de fato. Procurando um livro mais leve para ler no fim do ano, resolvi dar uma chance a ele, e assim como todos os fãs da trilogia, só posso dizer que me surpreendeu muito positivamente.

Lara Jean é uma jovem de 16 anos, que tem uma relação muito forte com as irmãs Kitty e Margot, e o pai. Após a morte de sua mãe, Lara assumiu a missão de ajudar a sua irmã mais velha a cuidar de Kitty e se viu amadurecer muito rápido. Uma jovem sonhadora que cursa o ensino médio, e carrega um segredo. Ela escreve cartas de amor. Não cartas de amor para seus namorados (porque ela nunca namorou), mas cartas de despedidas, quando acha que já não está mais apaixonada. 

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Só que Lara Jean não imaginava é que essas cartas iriam parar nas mãos dos seus destinatários, inclusive para o atual namorado de sua irmã Margot, Josh, por quem Lara Jean nutria uma paixão no ginásio. 

Imagina o seu desespero, e para minimizar o dano que essa carta pode causar na relação com Josh e com sua irmã, Lara faz um acordo com um outro destinatário: Peter Kavinsky. Peter é popular, super lindo, jogador de Lacrosse enquanto Lara Jean adora ficar em casa lendo e cozinhando, mas devido a tamanha enrascada em que se meteu, Lara Jean aceita namorá-lo de mentirinha. Os dois mantém uma relação um tanto quanto diferente e a partir daí a história de desenvolve e nos vemos apaixonados pelo casal de mentirinha também. 

A história se torna bem interessante a medida que conseguimos vir Lara Jane como uma personagem que sofre bullying por ser oriental e que é fiel a suas origens. Além de temas que são abordados como o luto, o sofrimento, a força da mulher perante a sociedade e como elas se organizaram para lidar com tudo isso, a amizade e até mesmo o amor. A construção dos personagens masculinos são importantes também para a construção da história e só posso dizer que o pai da nossa protagonista é maravilhoso. 

Amei o livro ao longo da leitura, pois você acaba se envolvendo também com o drama vivido por Lara Jean. No fim ela só quer ser feliz e o que todos nós desejamos. 

Podemos até achar que o livro é um mero clichê mas ao se deparar com a história, você começa a perceber que ele vai além de ser só clichê. Ele é maravilhoso. Vem conferir essa história que fará você se arrepiar.


Título: Para todos os garotos que já amei
Autor: Jenny Han
Editora: Intrínseca
Páginas: 320
Sinopse: Lara Jean guarda suas cartas de amor em uma caixa azul-petróleo que ganhou da mãe. Não são cartas que ela recebeu de alguém, mas que ela mesma escreveu. Uma para cada garoto que amou — cinco ao todo. São cartas sinceras, sem joguinhos nem fingimentos, repletas de coisas que Lara Jean não diria a ninguém, confissões de seus sentimentos mais profundos.
Até que um dia essas cartas secretas são misteriosamente enviadas aos destinatários, e de uma hora para outra a vida amorosa de Lara Jean sai do papel e se transforma em algo que ela não pode mais controlar.
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