28 de novembro de 2021

{Resenha} Acorda pra vida, Chloe Brown

Hoje a resenha é sobre o livro "Acorda pra vida, Chloe Brown" de Talia Hibbert.

Foto retirada de Arquivo Pessoal

Eu li esse livro por indicação de uma leitora e não é que fui pega de surpresa e muito surpreendida?!

Nessa história, vamos conhecer a introspectiva Chloe Brown, que mora em um condomínio de classe média alta, trabalha em casa, e fica mais tempo reclusa do que qualquer outra coisa. As irmãs a amam e fazem de tudo para Chloe se divertir mais e rir mais da vida, só que a nossa protagonista não tem muitos motivos para sorrir. Após receber o diagnóstico de fibromialgia, uma doença auto imune, que causa dores pelo corpo inteiro, Chloe se fechou para o mundo e acha que não tem mais direito de ser feliz. 

Só que no meio do caminho, a nossa protagonista vai cruzar com o seu zelador, nada mais, nada menos que Redfort Morgan, que além de ser um gato, é super gentil e atencioso com os seus inquilinos. 

Chloe não admite, mas ao saber que Red é seu vizinho, começa a espioná-lo, como uma forma de entender melhor esse homem e se abrir um pouco para o mundo, mas como a vida não brinca em serviço, Chloe acaba se aproximando de Red, e como a entender e a perceber que a vida pode ser colorida apesar da doença crônica. 

Foto retirada de Arquivo Pessoal

Eu adorei a temática do livro e como a nossa protagonista evolui ao longo da história. E contraste da relação inter-racial, da relação de Chloe com a doença e como ela consegue driblar a dor e voltar a ser feliz, mesmo com uma doença que não tem cura, mas tem controle. 

Além disso, vamos conhecer o nosso zelador, que é pura simpatia e tem um coração do tamanho do mundo. Ele acha a sua vizinha super arrogante e infeliz, até a conhecê-la e entender um pouco suas questões. Ainda assim, Red tem muitas inseguranças e terá que lidar com suas emoções e sentimentos para se dedicar a essa vizinha bisbilhoteira. 

Uma história que vai além de um romance, que irá abordar temas como autoestima, amor próprio, relações abusivas e superação. Não tem como não se apaixonar por esses dois. Vocês estão esperando o que para conhecer a escrita da Talia. Eu só posso dizer que é apaixonante e indica de olhos fechados. 


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Título: Acorda pra vida, Chloe Brown
Autor: Talia Hibbert
Editora: Editora Paralela
Páginas: 381

Sinopse: Uma deliciosa comédia romântica que mostra que coisas incríveis podem acontecer se você se abrir à descoberta — de si mesmo e do mundo ao seu redor.
Depois de quase ser atingida por um carro em alta velocidade, Chloe Brown se deu conta de que seu obituário seria um tanto entediante. Para reverter essa situação, ela decide montar uma lista de atividades necessárias para finalmente "acordar para a vida".
Mudar assim não é nada fácil, mas, para sua sorte, Chloe encontra alguém que — mesmo a contragosto — pode ajudá-la nessa missão. Seu vizinho Red Morgan é um motoqueiro misterioso, que tem várias tatuagens e mais sex appeal que uma estrela de Hollywood.
No entanto, um acordo leva Chloe e Red a se aproximarem e perceberem que suas primeiras impressões um do outro estavam erradas. E que, mesmo com traumas do passado e receios quanto ao futuro, o amor nunca perde a chance de surpreender.
"Talia Hibbert é uma estrela! Sua escrita é inteligente, engraçada e sexy, mas, acima de tudo, ela vai fazer você se apaixonar por seus personagens maravilhosamente imperfeitos, que são tão reais que você vai querer abraçá-los." — Meg Cabot, autora best-seller de O diário da Princesa

5 de novembro de 2021

{Resenha} Killer Clown Profile: Retrato de um Assassino

 Hoje a resenha é sobre o livro Killer Clown Profile: Retrato de um Assassino de Terry Sullivan e Peter Maiken.

Foto retirada de Arquivo Pessoal

Quando eu era criança, sempre ouvia que um palhaço iria me pegar e me matar, vivia com medo desse tipo de personagem, só não imaginaria nem nos meus piores sonhos, que existia um palhaço e que ele matou mais de 30 jovens. 

John Wayne Gacy era um empresário de sucesso, um amigo para todos os momentos, um chefe inquestionável e um assassino incontestável. 
Frio, calculista e manipulador, John oferecia emprego, bebidas, drogas e dinheiro extra se eles fizessem as coisas sórdidas que ele queria, na maioria das vezes eram desejos sexuais. E o mais impressionante, é que acuados, esses jovens cediam, não sabendo que estavam propensos a nunca mais voltar para os seus lares, com vida. 

Foto retirada de Arquivo Pessoal

Gacy passava despercebido, porque conseguiu enganar a todos, inclusive a Polícia. Chegou a ser preso, e foi solto logo em seguida. Casou, teve filho, fazia voluntariado vestido de palhaço, viveu uma vida completamente normal, exceto pelo fato de ter corpos enterrados no vão da sua casa. Os mesmos corpos que ele violentava e matava. Os jovens tinham sonhos, muitos namoravam, eram filhos amorosos e responsáveis. 

Os autores desse livro, trazem de uma forma clara e fluida desde a investigação inicial até a sua condenação no tribunal. 
Os assassinatos aconteceram na década de 70 e ainda chocam os E.U.A. e o mundo. John teve um lar disfuncional, saiu de casa e chegou a casa duas vezes, mas tinha dificuldade em aceitar a sua homossexualidade. Naquela época, era ainda muito pior que hoje. E viu a primeira oportunidade de matar, como um desejo e um impulso. 

Foto retirada de Arquivo Pessoal

O livro nos faz vivenciar a vida desse assassino cruel, e a família desses jovens, que não puderam nunca se despedir. É um relato avassalador, que fará você entender um pouco a mente de um dos seriais killers mais perigoso do últimos tempos. 

Vocês sabem que eu sou suspeita para falar de não-ficção, mas essa aqui está um arraso. A edição da Darkside Books é simplesmente perfeita e os detalhes farão vocês se arrepiarem. Eu super indico essa leitura para quem gosta de violência, crime. Agora se você é sensível, não leia, pois contém detalhes de cenas.  

*Livro cedido em parceria com a Editora. 

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Título: Killer Clown Profile: Retrato de um assassino
Autor: Terry Sullivan e Peter Maiken
Editora: DarkSide Books
Páginas: 434

Sinopse: O palhaço Pennywise, de It: A Coisa, é apenas uma ficção macabra perto de Pogo, o alter ego de John Wayne Gacy. Cidadão modelo. Empresário de sucesso. Voluntário do hospital. Um dos assassinos em série mais sádicos de todos os tempos. Poucas pessoas podiam ver o monstro cruel sob a maquiagem colorida de palhaço que Gacy usava para entreter as crianças. Poucas pessoas podiam imaginar o que estava enterrado em sua casa de horrores.
Quando um adolescente desapareceu pouco antes do Natal de 1978, Gacy foi detido e uma equipe de investigadores foi enviada até sua casa com um mandado de busca. Enquanto vasculhavam o local procurando por pistas, toparam com indícios cada vez mais comprometedores e sinistros. O promotor do caso, Terry Sullivan, começava então a maior caçada de sua carreira.
Sullivan reconstruiu a investigação — de registros de violência no passado de Gacy à horrível descoberta de mais de trinta vítimas atribuídas ao assassino e ao chocante relato de testemunhas oculares — para levar o leitor ao centro de um julgamento e seus desdobramentos.
Killer Clown Profile: Retrato de um Assassino, novo livro da linha Crime Scene®, da DarkSide® Books, traz detalhes de investigações e audiências de John Wayne Gacy pela voz de quem caçou e prendeu o assassino em série brutal. Capítulo a capítulo vemos o caso se desenrolar, e as duas faces de Gacy — a do empresário bem-sucedido que ainda encontrava tempo para se dedicar aos interesses da comunidade e aquela que os psiquiatras nomeados pelo tribunal pintaram em seu julgamento — se mesclarem. Raramente é possível fazer um retrato tão profundo e fiel de um monstro.
A história de Gacy veio à tona e perturbou profundamente os moradores de Chicago. Como confiar novamente nas figuras que os rodeavam? O julgamento foi repleto de depoimentos e conjecturas obscenas da defesa, mas terminou com Gacy condenado à morte. Ele aguardou a execução de sua sentença por catorze anos, e usou seu período de isolamento para pintar diversos quadros (palhaços, autorretratos, figuras religiosas e bastante polêmicas), muitos dos quais foram vendidos — outros tantos queimados.
Poucos anos depois da condenação de Gacy, as pessoas viriam a se assustar novamente com palhaços, mas dessa vez na ficção: Stephen King lançou It: A Coisa em setembro de 1986, deixando para sempre a imagem perturbadora do palhaço Pennywise na mente de todos. Apesar de nunca ter confirmado a inspiração, os fãs do escritor de coração assombrado relacionam a origem do personagem com o visual de Gacy. E para quem sofre de coulrofobia, meio sorriso distorcido pela maquiagem excessiva já basta para causar pesadelos.
Killer Clown Profile: Retrato de um Assassino não pode faltar na estante dos darksiders. A Coleção Profile, da linha Crime Scene®, já publicou Ted Bundy: Um Estranho ao Meu Lado e BTK Profile: Máscara da Maldade, obras completas para quem quer investigar a mente dos psicopatas. O trabalho de Terry Sullivan e seu coautor, Peter T. Maiken, revelam os detalhes do caso de Gacy com uma narrativa envolvente e informativa que os verdadeiros fãs de true crime apreciam.

27 de outubro de 2021

{Resenha} Sob o mesmo teto

 Hoje a resenha é sobre o livro "Sob o mesmo teto" de Mari B. Maia. 

Foto retirada de Arquivo Pessoal

Eu comecei a ler esse livro despretensiosamente. E nós já começamos a conhecer Lara, uma jornalista que depois de muito custo conseguiu comprar uma casa, na cidade do Rio de Janeiro. Lara é aquele tipo de personagem carismática, que faz você rir e chorar ao mesmo tempo, não tem como não se apaixonar por ela. 

E temos também Victor Hugo, um médico cirurgião talentosíssimo, que é noivo de uma comissária de bordo e tem a pretensão de casar o mais breve possível. Victor é um homem sensato, muito apaixonado pela noiva, mas por estarem separados por um oceano, ele não se sente muito feliz. Após comprar a casa, em que os dois vão morar, idealiza sua vida até uma coisa nada esperada acontece e pode minar todos os seus sonhos. 

Eu confesso que o livro me deixou extasiada. A história é muito fluida e como há narração dos dois personagens, você consegue se envolver com as duas histórias e torce muito pela amizade que os dois acabam construindo. 

E, depois de já estarem morando sob o mesmo teto, a tensão sexual é presente. Lara é envolvente e Victor é um cavalheiro. Ambos buscam a felicidade e estão dispostos a apostar tudo na vida pela amizade, companheirismo, afeto e amor. 

Será que esses dois terão um final feliz? Será que eles irão resolver a situação difícil que ficou, depois de sofrerem um golpe da imobiliária e forem obrigados a morar juntos?

Essa pergunta e outras, você terá a resposta se ler o livro. Eu confesso para vocês que fiquei apaixonada e acredito que vocês também ficarão. 

Vem embarcar nesse romance, com um toque de comédia e drama. 

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Título: Sob o mesmo teto
Autor: Mari B. Maia
Editora: Amazon
Páginas: 181

Sinopse: Lara é a cabeça por detrás da coluna "Mas e você?", da revista feminina Finesse. Após perder seus pais em um acidente, a jornalista decide comprar a casa dos seus sonhos no bairro dos seus sonhos com o dinheiro do seguro de vida que recebera. Uma nova página para sua vida bagunçada.Victor Hugo é um talentoso médico-cirurgião. Brilhante, considerado um prodígio e integrante do quadro de funcionários do Hospital Amélia Mohanyr, ele tem planos. E eles incluíam comprar uma casa confortável em um bairro de qualidade na cidade do Rio de Janeiro e esperar sua noiva, a comissária de bordo Bianca, voltar da França. Assim, eles poderiam finalmente casar.
Ele quer começar sua vida, ela quer mudar o rumo da sua.
Um golpe imobiliário une o caminho desses dois corações tão diferentes. Obrigados a conviver sob o mesmo teto, Victor e Lara se encontram em uma situação conflituosa, divertida e excitante. Tem como resistir a uma tentação tão próxima de si?
Eles querem mesmo resistir?

30 de setembro de 2021

{Resenha} Teoricamente Princesa

 Hoje a resenha é sobre o livro "Teoricamente Princesa" de Alyssa Cole. 

Foto retirada de Arquivo Pessoal


Eu  demorei bastante para ler esse livro e realmente não sei o porquê. Nessa história divertida, vamos conhecer Naledi Smith, uma epidemiologista que se desdobra entre sua pós-graduação e os empregos de garçonete para conseguir se manter vivendo em Nova York. 

Só que Naledi, acaba ficando sem paciência quando começa a receber e-mails falando que ela está noiva de um Príncipe. É isso mesmo, minha gente, só que Naledi já tem a sua vida toda planejada no país que ela escolheu para viver e acaba esquecendo a história. 

Em um momento inusitado, Naledi conhece Jamal, um homem forte, alto e muito sexy, e descobre que ele é seu vizinho (que grande coincidência). Só que mal sabe a nossa protagonista que o Jamal é o seu Príncipe, que vai para Nova York tentar fugir das responsabilidades do seu reino. Ele tenta viver uma vida paralela, só que mal sabe ele que as coisas podem dar uma virada de 360 graus. 

Naledi começa a se envolver com Thabiso e as emoções começam a se aflorar de um jeito que ela acha que perderá a cabeça rapidinho. Só que mal sabe ela que o Príncipe e Jamal são a mesma pessoa e aí a confusão está armada.  

Foto retirada de Arquivo Pessoal

Eu só posso dizer que fazia tempo que não lia um romance contemporâneo divertido, irreverente e romântico. Naledi é aquela protagonista super para frente, extrovertida, sem papas na língua e só quer ser feliz a sua maneira. 

O livro tem uma escrita leve e fluida, uma história que fará você se emocionar e ficar com raiva, e ao mesmo tempo querer abraçar os dois protagonistas. O coração ficará quentinho. Vocês não irão se arrepender. Então, estão esperando o que para conhecer essa história? Vem ler. 

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Título: Teoricamente Princesa
Autor: Alyssa Cole
Editora: Essência
Páginas: 390

Sinopse: Da aclamada autora Alyssa Cole, a história de uma Cinderela da cidade grande e seu príncipe encantado disfarçado de plebeu. “Alyssa Cole é a rainha recém-coroada do romance de realeza contemporâneo! Teoricamente princesa é uma diversão deliciosa... Uma heroína inteligente e engraçada, um príncipe doce e sexy, um romance de tirar o fôlego, e um épico feliz para sempre. Vida longa à rainha!” – MEG CABOT, AUTORA DE O DIÁRIO DA PRINCESA Dividida entre a pós-graduação e os vários empregos, Naledi Smith não tem tempo para contos de fadas... Ou paciência para os e-mails constantes alegando que ela está noiva de um príncipe africano. Certo. Ok. Excluir! Filha adotiva, ela aprendeu que as únicas coisas em que pode confiar são ela mesma e o método científico, e um e-mail idiota não a convencerá do contrário. O príncipe Thabiso é o único herdeiro do trono de Thesolo, concentrando as expectativas de seus pais e seu povo. Seu casamento está no topo da lista de prioridades do reino. Sempre obediente, ele localiza sua noiva desaparecida. Quando Naledi confunde o príncipe com um plebeu qualquer, Thabiso não resiste à chance de experimentar a vida – e o amor – sem o peso de sua coroa. A química entre eles é instantânea e irresistível, e a amizade sedutora rapidamente se transforma em noites apaixonadas. Mas quando a verdade é revelada, uma suposta princesa pode se tornar uma princesa para sempre? “No mundo de Cole, realeza e romance andam de mãos dadas com compaixão e inteligência, além de olhos abertos para a dinâmica do mundo real. Teoricamente princesa é um conto de fadas, sim, mas consistentemente fundamentado na realidade, o que torna o feliz para sempre mais gratificante.” – ENTERTAINMENT WEEKLY

28 de setembro de 2021

{Resenha} Cartas para minha avó

Hoje a resenha é sobre o livro "Cartas para minha avó" de Djamila Ribeiro. 

Foto retirada de Arquivo Pessoal

Não tem como não ler esse livro e não pensar no quão difícil foi a infância de uma mulher negra, em um bairro de classe média. Uma única família negra, dentre todas as outras brancas. Não tem como não ficar emotiva, sentida, feliz, empática pela autora. 

E assim, como todos esse sentimentos eu terminei esse livro. O coração quentinho de saber que Djamila conseguiu mudar a chave de sua geração, e se tornou uma autora de sucesso, uma pesquisadora e professora impecável. 

Foto retirada de Arquivo Pessoal

Em cartas para sua avó, Dona Antônia, Djamila traz seus medos, seus anseios, desde a infância na cidade de Santos, a vida com uma mãe que era dona de casa e um pai estivador. Confesso que tive que procurar o que era um estivador porque eu não sabia. 

A mãe da autora era rígida, vivia brigando com seus irmãos para estudar, dar valor ao que eles tinham e acabou se tornando uma mulher mais amarga. Djamila vê uma força na mãe, que ela tinha que ter, para conseguir lidar com as traições do seu pai e o fato de não ter estudado para sair daquela situação. 

As cartas são escritas como se fossem diários, e o que nós conseguimos identificar o quanto Djamila teve que lutar para se tornar a mulher que é hoje. Uma luta da maioria das mulheres negras, que tem que mostrar muito mais seu valor do que uma mulher branca. E isso, a gente consegue identificar na sua narrativa, pelas cartas. 

Foto retirada de Arquivo Pessoal

É tão bonito ver a relação que a avó tinha com a religião de matriz africana e que passa para Dona Erani e consequentemente para Djamila. 

Eu fiquei bem tocada com as cartas e com a narrativa da autora. Conseguimos identificar os momentos de racismo, as lutas, a gestação não tão desejada, o casamento de sua mãe e futuramente o seu e os desdobramentos de uma mulher que tenta viver em uma cidade grande como São Paulo. 

Eu confesso que amei a leitura e a indico para todos! Uma narrativa singela e apaixonante que fará você se perguntar e questionar muitas coisa. Obrigada Djamila, acredito que a vó Antonia está vibrando e com o coração alegre por essa lindeza de livro. 

*Livro cedido em parceria com a Editora. 

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Título: Cartas para minha avó
Autor: Djamila Ribeiro
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 200

Sinopse: Um relato memorialístico pungente e sensível sobre ancestralidade, feminismo e antirracismo na criação de filhos.
No mais pessoal e delicado de seus livros, a filósofa Djamila Ribeiro revisita sua infância e adolescência para discutir temas como ancestralidade negra e os desafios de criar filhos numa sociedade racista. O relato se dá na forma de cartas a sua saudosa avó Antônia – carinhosa e amorosa, conhecedora de ervas curativas e benzedeira muito requisitada.
A cumplicidade que sempre houve entre avó e neta é o que permite que a autora rememore episódios difíceis, como a perda do pai e da mãe, as agressões que sofreu como mulher negra no Brasil e os desafios para integrar a vida acadêmica. Djamila também fala de relacionamentos amorosos e experiências profissionais, das músicas, das leituras e das amizades que a acompanharam em sua construção pessoal – e da percepção paulatina de que a memória das lutas e das conquistas das pessoas negras que vieram antes de nós é a força que nos permite seguir adiante.


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