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11 de janeiro de 2021

{Resenha} Um perfeito Cavalheiro

 Hoje a resenha é sobre o livro 3, da Série "Os Bridgertons", "Um perfeito Cavalheiro" da Julia Quinn.

Foto retirada de Arquivo Pessoal

E vamos conhecer, enfim, mais uma história de um dos filhos Bridgertons. Confesso que eu voltei a ler a série por conta da adaptação feita pela Netflix inspirada nos romances da Julia. 

E nesse livro nós vamos conhecer a história de Sophie, uma filha bastarda, que é protegida de seu pai, um conde, que nunca a reconheceu como legítima. A única coisa que ela queria era ir a um baile da alta sociedade londrina e consegue essa proeza, mesmo que com isso, teve que passar por poucas e boas na mão da madrasta que a trata e sempre tratou como uma criada. 

A única coisa que Sophie queria, era estar naquele baile de máscara de uma das famílias mais bem falada de Londres: Os Bridgertons. 

Foto retirada de Arquivo Pessoal

Sophie consegue em uma noite, fantasiada, como mandava o figurino da festa, chegar de forma arrebatadora e chamar a atenção do filho número dois. Só que Benedict não imagina que essa misteriosa e linda mulher está fantasiada e que no dia seguinte voltará a ser uma bastarda. 

Em uma mistura envolvente, começamos a mergulhar no mundo desses dois jovens. Benedict é o filho que não tem título, o segundo da família e por isso sua mãe está desesperada para que ele se case logo. Sophie sabe que seu futuro está fadado as vontades da madrasta, depois que seu "tutor" vem a óbito. 

Os dois jovens vão descobrir o que é o amor aos poucos. Vão se permitir se conhecer, conversar, mesmo ele não sabendo quem ela é e ela sabendo que ele é um lorde e que nunca a olharia, por ser somente uma criada. 

Foto retirada de Arquivo Pessoal

Esse livro me chamou atenção, porque a escrita da Julia é bem fluida. Nós conseguimos entender o que a Sophie sente e tem como ter empatia pelos dois. Os personagens secundários são importantíssimos para que a trama fique mais envolvente e menos maçante. Eu gostei bastante dessa narrativa, apesar de as vezes a Sophie não ter muita coragem para falar o que ela realmente deseja e se impor. 

Em uma releitura de Cinderela, Quinn consegue nos envolve com a sua trama romântica e dramática. 

Eu ainda não li os outros, mas esse está sendo até agora o meu preferido. Um livro leve, com um romance que pode parecer clichê, mas que te deixa ansiosa pela continuidade. E por isso, eu o devorei em 3 dias (um êxito, para vocês que sabem que sou tartaruga rs). Então, pessoal, não esperem a série apresentar as próximas temporadas, já se adiantem como eu, e leiam os livros. Vocês não irão se arrepender. 


Onde Comprar: Amazon
Título: Um perfeito Cavalheiro    
Editora: Arqueiro
Páginas: 304

Sinopse: Sophie sempre quis ir a um evento da sociedade londrina. Mas esse é um sonho impossível. Apesar de ser filha de um conde, é fruto de uma relação ilegítima e foi relegada ao papel de criada pela madrasta assim que o pai morreu. Uma noite, ela consegue entrar às escondidas no baile de máscaras de Lady Bridgerton. Lá, conhece o charmoso Benedict, filho da anfitriã, e se sente parte da realeza. No mesmo instante, uma faísca se acende entre eles. Infelizmente, o encantamento tem hora para acabar. À meia-noite, Sophie tem que sair correndo da festa e não revela sua identidade a Benedict. No dia seguinte, enquanto ele procura sua dama misteriosa por toda a cidade, Sophie é expulsa de casa pela madrasta e precisa deixar Londres. O destino faz com que os dois só se reencontrem três anos depois, Benedict a salva das garras de um bêbado violento, mas, para decepção de Sophie, não a reconhece nos trajes de criada. No entanto, logo se apaixona por ela de novo. Como é inaceitável que um homem de sua posição se case com uma serviçal, ele lhe propõe que seja sua amante, o que para Sophie é inconcebível. Agora os dois precisarão lutar contra o que sentem um pelo outro ou reconsiderar as próprias crenças para terem a chance de viver um amor de conto de fadas. Nesta deliciosa releitura de Cinderela, Julia Quinn comprova mais uma vez seu talento como escritora romântica.

 

27 de novembro de 2016

{Resenha} Coleção "Como Lidar"

Hoje a resenha é sobre a Coleção "Como lidar", lançada pela Editora Intrínseca de J.A. Hazeley e J.P. Morris.

Os Encontros     O Hipster     A Ressaca     O Marido     A Esposa


Eu ganhei esses livros quando participei de um evento pela Editora e fiquei encantada pelas ilustrações.
Foto retirada do arquivo pessoal


Cada livro tem mais ou menos 50 páginas e é trazido de maneira irônica e irreverente o cotidiano das situações. Em Os Encontros, os autores retratam as bizarras situações de encontros que eu e até mesmo você já passamos. 

O Marido e a A Esposa trazem situações de casais, ora com uma relação boa e amistosa, ora em uma relação por comodismo e de maneira engraçada e ao mesmo tempo irônica nos faz pensar nessas situações de uma maneira diferenciada. 

Foto retirada do arquivo pessoal
O Hipster pode ser eu ou você, são contados através das ilustrações estilos de vida ou gostos peculiares de uma maneira irônica e engraçada. 

E para finalizar A Ressaca retrata situações pelas quais, algum dia passamos, por estarmos bêbados demais. 

Os que mais gostei foram o A Ressaca e os Encontros por tratarem de situações do nosso cotidiano e por ser mais engraçado também. 
As ilustrações dos cinco livros estão bem desenhadas, só achei em alguns momentos uma forçação de barra em se tentar ser engraçado.
O que gostei também foi a escrita de uma forma irônica, que faz parecer tiração de sarro da sua cara mesmo por ter passado por aquela situação. 

Foto retirada do arquivo pessoal 
Eu gostei dos livros, não posso dizer que amei, mas achei bem interessante a forma como se é colocado as situações. É uma dica boa de presente de final de ano, para quem está começando a ler ou gosta de livros mais curtos. 





Livro: Coleção Como Lidar
AutorJ.A. Hazeley e J.P. Morris.
Editora: Intrínseca
Páginas: 52 (cada livro)
Sinopse: Quem nunca se pegou lembrando com saudades dos tempos de criança? Sem entrevistas de emprego, contas a pagar, rótulos, pressão social, problemas com a aparência, com os relacionamentos... A lista é imensa. E talvez os objetos que melhor resumam essa simplicidade da infância sejam os livros infantis. Porque, antes de haver o Google, era nos livros que as crianças aprendiam sobre a vida. Volumes pequenos, de frases curtas, belamente ilustrados, que continham em suas páginas os mais ricos ensinamentos. Das letras do bê-a-bá a o que faz um astronauta, estava tudo ali.
Porém, aos que pensam que esses tesouros da infância se foram para sempre, às almas desoladas que seguem buscando respostas para a loucura que é a maioridade, fica a boa notícia: não, você não precisa mais caminhar sozinho. A seu lado, tenha à mão a Coleção Como Lidar.
Explicando desde questões clássicas da vida adulta (Os encontros, A ressaca) até as mais incompreendidas tendências (O hipster), incluindo volumes especialmente didáticos chamados “Manual do usuário” (Manual do usuário – O marido, Manual do usuário – A esposa), a Coleção Como Lidar ironiza os percalços da maturidade, seus estereótipos e absurdos, com muito sarcasmo e sem pena. Imagens e textos não poderiam ser mais apropriados para colocar — ou tirar de vez — você do eixo. Porque, convenhamos: a vida adulta não precisa ser tão adulta assim.







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