Mostrando postagens com marcador Editora Seguinte. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Editora Seguinte. Mostrar todas as postagens

3 de outubro de 2023

{Resenha} Última parada

Hoje  resenha é sobre o livro "Última parada"  de Casey Mcquiston.

Foto retirada de Arquivo Pessoal

August Landry é uma menina que se vê sozinha numa cidade como Nova Iorque. Ela foi para estudar e é muito cética. Filha única, acha que sua mãe gasta muita energia tentando encontrar um tio, que sumiu faz anos. 

Ao ir morar no Brooklyn com pessoas mega excêntricas, August vai tentar sobreviver ao metrô todos os dias e seus colegas de apartamento. Quando Jane aparece na vida dela, a nossa protagonista começa a ver e a acreditar em coisas que jamais fariam sentido na cabeça cética dela, e aí  a história começa a dar aquela desenhada. 

Eu confesso que no começo achei a leitura um pouco arrastada. A August não é aquela protagonista que a gente se apaixona logo de cara, mas ela vai chegando de mansinho, sem avisar e aos pouquinhos, fazendo com que a gente admire e queira que o final seja muito feliz. 

Jane é uma mulher excêntrica, que ama músicas dos anos 70 e não sabe que está perdida no tempo presente. Ela é muito diferente de August, mas as duas se conectam de uma forma inexplicável e ao mesmo tempo linda. 

Eu só sei dizer que amei a leitura. Confesso que depois fiquei tão curiosa para saber o que tinha acontecido que não  conseguia parar de ler. 

A leitura é fluida e a escrita da Casey é bem tranquila, não tem como não se apaixonar e esperar por um final feliz.

Então, vocês estão esperando o que para ler essa belezinha aqui? E não esqueçam de vir falar o que achou. 

Onde ComprarAmazon

Título: Última Parada
Autor:  Casey Mcquiston
Editora: Seguinte
Páginas: 400

Sinopse: Aos vinte e três anos, August Landry tem uma visão bastante cética sobre a vida. Quando se muda para Nova York e passa a dividir apartamento com as pessoas mais excêntricas ― e encantadoras ― que já conheceu, tudo o que quer é construir um futuro sólido e sem surpresas, diferente da vida que teve ao lado da mãe.Até que Jane aparece. No vagão do metrô, em um dia que tinha tudo para ser um fracasso, August dá de cara com uma garota de jaqueta de couro e jeans rasgado sorrindo para ela. As duas passam a se encontrar o tempo todo e logo se envolvem, mas há um pequeno detalhe: Jane pertence, na verdade, aos anos 1970 e está perdida no tempo ― mais especificamente naquela linha de metrô, de onde nunca consegue sair. August fará de tudo para ajudá-la, mas para isso terá que confrontar o próprio passado ― e, de uma vez por todas, começar a acreditar que o impossível às vezes pode se tornar realidade.

4 de abril de 2021

{Resenha} Heroínas Negras Brasileiras em 15 cordéis

 Hoje a resenha é sobre o livro "Heroínas Negras Brasileiras em 15 cordéis" de Jarid Arraes.

Foto retirada de Arquivo Pessoal

Quando eu recebi esse livro da Companhia das Letras, em uma campanha para incentivar outras mulheres a ler mulheres, fiquei super feliz. Primeiro porque sempre ouvi falar muito bem da Jarid e segundo que folheando o livro, já vi mulheres que li em outros livros e simplesmente fiquei apaixonada. 

O livro retrata a vida de 15 mulheres negras, importantes para a história do Brasil, com histórias que irão fazer você se arrepiar através do relato de Jarid.  

Foto retirada de Arquivo Pessoal

Jarid traz os cordéis de uma forma tão linda que não tem como não se emocionar com a sua escrita e não tem como não ir pesquisar a história dessas mulheres como: Carolina de Jesus, tão aclamada com o seu Quarto de Despejo; Dandara dos Palmares, a guerreira do quilombola e de Zumbi; Luísa Mahin, a mãe de Luís Gama e quem eu tanto li e me emocionei no livro Um defeito de Cor; Tereza de Benguela; Na Agontimé, que também foi citada no livro Um defeito de Cor e mais 10 lindas histórias que despertará em cada um de vocês o desejo de conhecer mais perto essas lindas mulheres.

Eu não conhecia o trabalho da Jarid, mas só posso dizer que já fiquei fã dessa mulher. 

Foto de Arquivo Pessoal

Que livro mais fofo e mais bem editado. Está com desenhos dentro que faz você suspirar a cada virada de página. Um resgate histórico de mulheres que mudaram a história do período escravocrata no Brasil e a própria. Muitas marcadas pela vinda violenta ao Brasil, muitas que tiveram que fugir para garantir a liberdade, muitas que nem são citadas nos livros de história.

Um livro lindo e bem escrito, que você lê em uma sentada no sofá. Eu indico essa obra belíssima da Jarid de olhos fechados.  

*Livro cedido em parceria com a Editora.


Onde ComprarGrupo Companhia das Letras e Amazon

Título: Heroínas Negras Brasileiras em 15 cordéis
Autor: Jarid Arraes
Editora: Seguinte
Páginas: 176

Sinopse: Talvez você já tenha ouvido falar de Dandara e Carolina Maria de Jesus. Mas e Eva Maria do Bonsucesso? Luisa Mahin? Na Agontimé? Tia Ciata? Essas (e tantas outras) mulheres negras foram verdadeiras heroínas brasileiras, mas pouco se fala delas, seja na escola ou nos meios de comunicação. Diante desse apagamento, há anos a escritora Jarid Arraes tem se dedicado a recuperar -- e recontar -- suas histórias.
O resultado é uma coleção de cordéis que resgata a memória dessas personagens, que lutaram pela sua liberdade e seus direitos, reivindicaram seu espaço na política e nas artes, levantaram sua voz contra a injustiça e a opressão. A multiplicidade de histórias revela as mais diversas estratégias de sobrevivência e resistência, seja na linha de frente -- como Tereza de Benguela, que liderou o quilombo de Quariterê -- ou pelas brechas -- como a quituteira Luisa Mahin, que transmitia bilhetes secretos durante a Revolta dos Malês.
Este livro reúne quinze dessas histórias impressionantes, ilustradas por Gabriela Pires. Agora, cabe a você conhecê-las, espalhá-las, celebrá-las. Para que as próximas gerações possam crescer com seu próprio panteão de heroínas negras brasileiras.
Conheça a história de: Antonieta de Barros - Aqualtune - Carolina Maria de Jesus - Dandara - Esperança Garcia - Eva Maria do Bonsucesso - Laudelina de Campos - Luisa Mahin - Maria Felipa - Maria Firmina - Mariana Crioula - Na Agontimé - Tereza de Benguela - Tia Ciata - Zacimba Gaba.

28 de dezembro de 2020

{Resenha} Malala (Edição Infantojuvenil): Minha história em defesa dos direitos das meninas

Hoje a resenha é sobre o livro "Malala: Minha história em defesa dos direitos das meninas" de Malala Yousafzai e Patricia McCormick.

Foto retirada de Arquivo Pessoal

Quando chegou esse livro fiquei empolgada, porque ainda não tinha lido a outra biografia da Malala e eu adoro livros infanto-juvenis, então me esbaldei. 

Malala era uma adolescente quando foi atingida com um tiro na cabeça para silenciá-la, ela só queria estudar, assim como todas as crianças da sua idade e na sua cidade.

Malala estudava na escola de sua família. Seu pai sendo diretor, conseguia entender a ânsia da menina de querer estudar, de querer ser/ter uma profissão no futuro. E com apenas onze anos, Malala já sabia que não ia ceder ao Talibã, ao terrorismo e ao extremismo, a ideia de que mulheres não poderiam estudar, na verdade, elas não poderiam nem sair de casa. 

Foto retirada de Arquivo Pessoal

Assim, a nossa protagonista tenta mostrar para sua mãe e seu pai a importância de manter as meninas na escola, ela queria ter um futuro e ela sabia que isso dependeria de estudo e dedicação. 

O livro é narrado pela Malala de uma maneira fluida e super leve. Apesar de sofrer por ter que sair da sua escola, ter que mudar de país e até se afastar por um tempo da sua família, Malala não se calou e hoje na faculdade ela entende que precisa ter voz para ajudar seus colegas de país e de cultura. 

E de uma maneira emocionante, vimos o momento em que ela ganha o Prémio Nobel e o seu discurso que nos faz pensar sobre o fanatismo, e o que ele pode fazer se levado pelo ódio e extremismo. É emocionante de ver uma menina, que passou por tanta coisa, ficou em coma, teve um período de sua vida ceifada simplesmente porque queria estudar, queria ir para a escola, queria poder fazer coisas que todas as meninas na sua idade faz. 

Foto retirada de Arquivo Pessoal

E assim, também podemos entender que a família de Malala foi super importante, para que ela mantivesse a cabeça erguida e enfrentasse tanta gente "ruim" para conseguir seus objetivo. O amor de seus pais a motivaram para que ela conseguisse se manter firme no seu propósito. 

E se você ainda não leu esse livro, leia. A Malala dá um show de escrita e todas as nossas crianças ficarão felizes em ler algo tão lindo e motivador. Aos nossos adolescentes, o livro traz uma mensagem de esperança e determinação. Então, está esperando o que para ler? Vem!

*Livro cedido em parceria com a Editora. 

Onde Comprar: Grupo Cia das Letras e Amazon 
Título: Malala (Edição Infantojuvenil): Minha história em defesa dos direitos das meninas
Editora: Seguinte
Páginas: 200

Sinopse: Antes de se tornar uma ativista conhecida no mundo inteiro, Malala era apenas uma garota que lutava por aquilo em que acreditava. Quando a região onde morava, no Paquistão, foi dominada pelo Talibã e as meninas foram proibidas de ir à escola, Malala arriscou a vida para defender o direito à educação.Nesta edição adaptada de suas memórias -- enriquecida com ilustrações, glossário e linha do tempo --, você vai conhecer a história impressionante de uma jovem que se recusou a ficar em silêncio. Com suas próprias palavras, Malala nos mostra a importância de combater o ódio e o extremismo, e nos traz uma mensagem inspiradora de determinação e esperança.

2 de junho de 2020

{Resenha} Extraordinárias - Mulheres que revolucionaram o Brasil

Hoje a resenha é sobre o livro "Extraordinárias - Mulheres que revolucionaram o Brasil" de Duda Porto de Souza e Aryane Cararo.
Foto retirada de Arquivo Pessoal

Eu só posso dizer que essa leitura é essencial para todas as mulheres do Brasil e do mundo. Comecei a ler esse livro sem pretensão, mas ele é tão interessante que o li bem rápido, pelas minhas contas. 

As autoras falam de mulheres que fizeram e ainda fazem a diferença para a construção do feminismo e da história do Brasil. Ouvimos falar de tantos mulheres, mas saber o que aconteceu com cada uma é importante para preservar a memória e a história de cada mulher. 

E a medida que a leitura avança, conseguimos entender como a gente é privilegiada em alguns quesitos. Estudar, viajar, poder namorar sem pudores e simplesmente sentar em uma praça, são coisas que fogem do nosso entendimento de não poder fazer. Muitos mulheres tiveram suas vidas privadas, foram assassinadas por ter um ideal, ou simplesmente por defender o seu espaço na literatura, nas artes e até mesmo na lavoura. 

Quem foi Dandara, Maria Firmina dos Reis, Anita Garibaldi, Carolina Maria de Jesus, Maria Lenk, Cacilda Becker, Dona Ivone Lara, Zuzu Angel, Margarida Maria Alves, Leila Diniz, Djamila Ribeiro, e tantas outras. 

Mulheres que nasceram pobres ou de classe média, que não terminaram o ensino médio e que chegaram a cursar faculdade em um tempo que mulheres eram proibidas de fazer ensino superior. Que lutaram nas Guerrilhas ou auxiliaram os mais vulneráveis. Que lutaram pelos direitos iguais, já naquela época em que nem podiam votar. Mulheres que fizeram e fazem história, porque muitas estão vivas. Brancas, Negras, Indígenas e as que tem dupla cidadania e carregam o amor pelo país que as acolheram. 

Esse é um livro necessário, um livro potente, que nos faz conhecer mulheres que foram e são importantes para a nossa história e trajetória social, cultural e política. 

Vem conhecer a história dessas mulheres, você não irá se arrepender!

Título: Extraordinárias - Mulheres que revolucionaram o Brasil
Autor: Duda Porto de Souza e Aryane Cararo
Editora: Seguinte
Páginas: 208
SinopseDandara foi uma guerreira negra fundamental para o Quilombo dos Palmares. Bertha Lutz foi a maior representante do movimento sufragista no Brasil. Maria da Penha ficou paraplégica e por pouco não perdeu a vida, mas sua luta resultou na principal lei contra a violência doméstica do país. Essas e muitas outras brasileiras impactaram a nossa história e, indiretamente, a nossa vida, mas raramente aparecem nos livros. Este volume, resultado de uma extensa pesquisa, chega para trazer o reconhecimento que elas merecem. Aqui, você vai encontrar perfis de revolucionárias de etnias e regiões variadas, que viveram desde o século XVI até a atualidade, e conhecer os retratos de cada uma delas, feitos por artistas brasileiras. O que todas essas mulheres têm em comum? A força extraordinária para lutar por seus ideais e transformar o Brasil.

10 de julho de 2016

{Resenha} Por Lugares Incríveis

Hoje a resenha é sobre o livro "Por lugares incríveis" da autora Jennifer Niven.

Eu confesso que quando comprei esse livro, queria uma leitura leve e bem fluida, uma leitura que me fizesse desanuviar dos sentimentos pelos quais mantive após a leitura de alguns livros densos e confesso que me surpreendi.

O livro conta a história de Violet Markey e Theodore Finch. Os dois se conhecem porque apresentam o mesmo sentimento: a vontade de se suicidar, porém nessa luta constante entre o consciente e o inconsciente/impulsividade eles acabam se conhecendo e, após um trabalho de escola em conjunto de geografia, começam a se ajudar na luta por se manterem vivos. 

A narração no livro é feita pelos dois e o que podemos observar é a inconstância nos sentimentos de ambos. Violet, que era uma garota animada, popular e namorava o cara mais gato da escola, perde o prazer de viver a partir do momento que tem que lidar com a dor da perda e se fecha. Finch quer mostrar várias partes dele, tendo em vista que cresceu em uma família desestruturada, com um pai abusivo e uma mãe fechada em sua bolha, acaba mudando constantemente de personagem para se firmar nesse mundo da adolescência, ao mesmo tempo difícil e cruel. 

O livro me levou a vários questionamentos, mas um deles me chamou mais atenção: Qual a real importância que damos a uma pessoa que quer tentar o suicídio ou que tentou se suicidar?

Violet era a menina marcada pela sua fama e pelas atividades dentro da escola e o luto pela perda da irmã foi entendido, mas ela era sempre cobrada a retomar sua vida de antes, a realizar suas atividades, mas ninguém entendia que ela ainda estava em luto e só queria sobreviver. 
Para Theodore, as coisas eram um pouco mais complicadas, ele sofria muito bulling e isso sempre foi considerado normal, pois as advertências e a quase expulsão acabavam contendo seu temperamento intempestivo. Ele era conhecido como o Aberração e por conta disso fazia coisas bizarras, que qualquer adolescente faria, porém isso era visto como chamar a atenção, uma bobagem e aí é que encontramos o nosso verdadeiro erro. O papel da família nessas situações são cruciais para tentar manter o diálogo e minimizar a vontade de executar a ação/ o ato de se suicidar.

Além disso, conseguimos identificar na leitura um amor que foi regado e transformou a vida de ambos, mesmo sendo um romance, é um livro que de clichê não tem nada. 
"Você foi, sob todos os aspectos, tudo que alguém poderia ser. Se existisse alguém capaz de me salvar, seria você."
A autora, com uma grande maestria, nos retrata temas que ainda são um tabu, como a depressão na adolescência, a bipolaridade e a ideação suicida. 
O livro traz a crítica a sociedade, as famílias e até mesmo amigos de jovens que um dia tentaram ou pensaram em atentar contra a própria vida. 
E ainda, Jennifer aborda o quanto uma rede familiar é importante para manter o diálogo constante impedindo com que o suicida ou paciente entre dentro da sua própria bolha e se feche.  

E em relação a minha pergunta lá em cima, o que eu vejo é que sempre tratamos um caso de ideação suicida como: "a é uma bobagem", "quer chamar a atenção" ou "é uma coisa momentânea e logo passará". A primeira coisa é entender que existe um risco e se há um risco, temos que intervir de alguma forma, e a comunicação é um passo muito importante. A pessoa está em sofrimento e as vezes a única saída é essa. Pode ser uma fuga? Sim, mas antes de julgarmos, que tal tentar ajudar, e assim minimizar um pouco o índice de suicídio. Hoje, esse assunto é visto como um tabu, mas precisamos abrir esses diálogos, precisamos orientar essas famílias, minimizar os danos causados por uma tentativa de suicídio ou o ato em si de perder um amigo/familiar dessa forma. 
Isso é um problema que assola muitos jovens no mundo inteiro, então temos que intervir, nem que seja notificando as equipes de saúde mental.  

E ainda sobre o tema, observamos que o índice de suicídios aumentou principalmente aqui no Brasil. De 2002 a 2012, houve um aumento dos 10 aos 14 anos de 40% e dos 15 aos 19 anos de 33.9%, o que podemos constatar é que não é tão simples assim e tomar cuidado em pensar que é uma simples besteira ou uma depressão ou tristeza que pode levar a um suicídio (Clique aqui para ler mais).

O que posso dizer é que o livro é lindo. A escrita é fluida sim, mas não é uma leitura leve. O tema é intenso e ao avançar das páginas você vai se sentindo como esses adolescentes. Foi um dos melhores que li esse ano e afirmo à você que a leitura vale muito a pena e vale cada página e cada lágrima derramada. 

Venha comigo embarcar por esses lugares incríveis pelos quais nossos protagonistas passaram.
"A esperança está em aceitar sua vida como ela se apresenta agora, mudada para sempre. Se puder fazer isso, a paz virá em seguida. Mudada para sempre."

Livro: Por Lugares Incríveis
Autor: Jennifer Niver
Gênero: Romance
Editora: Seguinte
Páginas: 336
Sinopse: Violet Markey tinha uma vida perfeita, mas todos os seus planos deixam de fazer sentido quando ela e a irmã sofrem um acidente de carro e apenas Violet sobrevive. Sentindo-se culpada pelo que aconteceu, Violet se afasta de todos e tenta descobrir como seguir em frente. Theodore Finch é o esquisito da escola, perseguido pelos valentões e obrigado a lidar com longos períodos de depressão,
Enquanto Violet conta os dias para o fim das aulas, quando poderá ir embora da cidadezinha onde mora, Finch pesquisa diferentes métodos de suicídio e imagina se conseguiria levar algum deles adiante. Em uma dessas tentativas, ele vai parar no alto da torre da escola e, para sua surpresa, encontra Violet, também prestes a pular. Um ajuda o outro a sair dali, e essa dupla improvável se une para fazer um trabalho de geografia: visitar os lugares incríveis do estado onde moram. Nessas andanças, Finch encontra em Violet alguém com quem finalmente pode ser ele mesmo, e a garota para de contar os dias e passa a vivê-los.
o pai violento e a apatia do resto da família.

7 de maio de 2016

Lançamentos de Maio - Editora Seguinte

Hoje vou falar de um lançamento muito esperado da Editora Seguinte, vamos lá:


A coroa


Lançamento: 03/05/2016
Em A herdeira, o universo de A Seleção entrou numa nova era. Vinte anos se passaram desde que America Singer e o príncipe Maxon se apaixonaram, e a filha do casal é a primeira princesa a passar por sua própria Seleção. Eadlyn não acreditava que encontraria um companheiro entre os trinta e cinco pretendentes do concurso, muito menos o amor verdadeiro. Mas às vezes o coração prega peças… E agora Eadlyn precisa fazer uma escolha muito mais difícil — e importante — do que esperava. America Singer e o príncipe Maxon se apaixonaram, e a filha do casal é a primeira princesa a passar por sua própria Seleção. Eadlyn não acreditava que encontraria um companheiro entre os trinta e cinco pretendentes do concurso, muito menos o amor verdadeiro. Mas às vezes o coração prega peças… E agora Eadlyn precisa fazer uma escolha muito mais difícil — e importante — do que esperava."

Quem está ansiosa para o fim dessa série, agora pode comprar o livro e se deliciar. 

Embarquem comigo nessa viagem para saber o destino e a escolha de Eadlyn!

/

© Copyright 2017 - Embarcando na Leitura. Todos os direitos reservados